Opinião Marcelo Gotti: O famoso efeito gangorra
Mogi Mirim, SP, 24 (AFI) – Desde o início da Copa Paulista, o Mogi Mirim sofre o chamado “efeito gangorra” na competição. Mesmo sendo um dos poucos times que pertencem à elite do futebol paulista, a famosa série A1, o clube não consegue se impor diante de tantas equipes que participam de séries inferiores.
Confira:
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Não desmereço nenhuma delas, quero deixar isso bem esclarecido aos leitores. Mas confesso que o Sapão da Mogiana deveria mostrar sua força, ser o time grande pelo menos na Copa Paulista. Competição que na minha modesta e particular opinião só serve para que os clubes que foram refugados de outras competições não fiquem sem atividades. Não serve nem para revelar talentos. Pelo menos no Mogi Mirim nunca serviu pra isso.
Não chego a mostrar dois dedos das vezes que o Mogi Mirim passou para a segunda fase da Copinha. Muitas foram as vezes que o clube realizou uma campanha pífia, parando ainda na primeira fase.
Este ano, no comando de Velloso, o time realiza uma campanha satisfatória. Não digo boa, porque isso não o é. Boa seria se estivesse na cabeça da tabela sempre. Obrigação natural de uma equipe com a estrutura que o Mogi Mirim dispõe.
Mas vive na gangorra na Copinha. Vence um jogo, lidera a chave. Perde ou empata uma das partidas, desce novamente. A equipe presidida por Rivaldo teria que ser um dos times mais temidos e respeitados desta Copa Paulista. Mas não sinto isso. Não me passa essa impressão. Teria que jogar fora de casa com se estivesse no estádio Papa João Paulo II. Ser superior, forte, soberano. Mas por enquanto nada disso acontece.
Ainda tenho esperanças que um dia destes, isso possa acontecer. Como dizia meu saudoso vovô ferroviário Chico Gotti: “A esperança é a última que morre”.





































































































































