Copa FPF para todos
Sempre defendemos que a Copa Federação (antigamente denominada de Copa Estado e que em 2001 se chamou Copa Coca-Cola) deveria se tornar uma competição com caráter oficial, que classificasse para outra competição mais importante e não fosse disputada apenas em troco de manter os clubes pequenos em atividade e de um troféu para o campeão. Hoje ela é assim.
Sempre defendemos que a Copa Federação (antigamente denominada de Copa Estado e que em 2001 se chamou Copa Coca-Cola) deveria se tornar uma competição com caráter oficial, que classificasse para outra competição mais importante e não fosse disputada apenas em troco de manter os clubes pequenos em atividade e de um troféu para o campeão. Hoje ela é assim.
O torneio se tornou tão importante que a Federação Paulista de Futebol (FPF) teve de estabelecer critérios técnicos para definir quem tem direito de participar. Afinal, o 1º colocado garante vaga na Copa do Brasil e o 2º assegura uma vaga no Campeonato Brasileiro da Série C (3ª divisão).
O problema é que os critérios estabelecidos através de uma resolução da presidência só permite a participação dos 11 melhores da Série A-1 (1ª divisão), dos nove melhores da A-2 (2ª divisão) e dos 8 melhores da A-3 (3ª divisão). Assim, clubes como Rio Branco de Americana e União Barbarense, se não forem beneficiados por desistências, só voltarão a ter atividades profissionais em 2008.
O ideal seria excluir da Copa Federação os clubes que têm vagas asseguradas no Campeonato Brasileiro, em qualquer uma de suas divisões, pois eles abririam oportunidades para quem não têm mais nenhum campeonato em vista. Os 11 melhores da Série A-1, por exemplo, disputarão o campeonato nacional que começa em breve e a maioria colocará na Copa Federação o chamado time “B”, fato que, se não chega a ser totalmente negativo, não engrandece a competição . Enquanto isso, mais de duas dezenas de clubes pequenos ficarão sem atividades.
Uma solução paliativa para o caso: criar a 2ª divisão da Copa Federação. Os clubes não contemplados pela pelos critérios estabelecidos pela resolução da presidência seriam incluídos nessa divisão e os dois melhores, independente de seus posicionamentos no Campeonato Paulista do próximo ano, teriam vagas asseguradas na Copa Federação. Se o certame estadual pode ter quatro divisões, por que a Copa Federação não pode ter duas?!?
Balanço alvinegro
Encerrada a participação do União Agrícola Barbarense no Campeonato Paulista de Futebol da Série A-3, é momento de fazer balanços. Financeiramente, o presidente Reinaldo Brugnerotto “Italiano” já disse que o clube não ficará com dívidas. Tecnicamente, mesmo sem ter conseguido a classificação para a fase semi-final, entendo que sete jogadores se destacaram. O goleiro Chico, o lateral direito Hernandes, os volantes Flavinho e Belle (o único jogador da partida de estréia que terminou como titular), o meia Alex e os atacantes Danilo e Paulinho fizeram por merecer uma nova oportunidade em outra ocasião.
O técnico Jenildo Cavalcante teve desempenho muito bom e seria o técnico ideal para um trabalho a longo prazo visando o próximo campeonato.
Para um clube que tinha a obrigação de, no mínimo, passar à próxima fase mas que chegou até a ficar ameaçado de rebaixamento, vai uma nota cinco. A coletividade unionista espera muito mais para 2008.
Mural da Bola
Dois grupos brasileiros, um português (Gold Price) e um japonês estariam interessados numa parceria com o União. Financeiramente, o projeto japonês seria mais interessante, mas cerca de dez outros clubes estariam sendo sondados pelos nipônicos.
Uno-me aos profissionais de comunicação que têm reclamado da lentidão do serviço de e-mail prestado pela Vivax. Faz algumas semanas que está leeento mesmo!
01/02
“Tenho Dito”
“Peço desculpas aos torcedores pela nossa inexperiência.” José Valdemir Galina, vice-presidente do União Agrícola Barbarense, em entrevista ao repórter Edivaldo Silva, da Rádio Luzes, após ver o time ficar sem chance alguma de avançar à próxima fase do Campeonato Paulista de Futebol da Série A-3.
Troféu Apagão
Para a estrutura do calendário e para o sistema de disputa das competições do futebol brasileiro que, todo ano, deixam centenas de clubes sem atividades no segundo semestre. Só em São Paulo, o estado mais rico do país, são mais de duas dezenas. Entre outras coisas, são milhares de jogadores sem empregos.
Troféu Gol de Placa
Para os dirigentes do União Barbarense que, na vitória ou na derrota, não se esquivaram da imprensa durante o Campeonato Paulista de Futebol da Série A-3. Sempre que procurados, foram solícitos.





































































































































