Bala de canhão para matar o pernilongo
Bala de canhão para matar o pernilongo
É, amigos. A Seleção Brasileira mostrou, diante do Equador, um futebol pobre e pior do que nos dois primeiros jogos da Copa América. Os quatro cabeças de área escalados por Dunga ajudaram a piorar a minha gastrite. Que joguinho ruim. Péssimo. Horrível. O pior é ver o Brasil jogando com quatro brucutus diante de um time fraquíssimo com o equatoriano. Só pode ser brincadeira. Se estivéssemos numa Copa do Mundo, jogando diante de um ofensivo time de Portugal (mesmo que Felipão não seja tão adepto da ofensividade), ainda vá lá… É o mesmo que utilizar um canhão para matar um pernilongo.
A expectativa do tiro é grande, já que o canhão produz estragos. No entanto, o pernilongo foge da bola, assim como o Equador fugiu dos quatro brucutus. Sinceramente, Gilberto Silva, Josué, Mineiro e Júlio Baptista num meio-campo de Seleção Brasileira é brincadeira. O Dunga só pode estar louco.
A mediocridade tem que ser jogada para Seleções como Venezuela, Chile, Equador, até o Paraguai… Eles sim têm que jogar com quatro, cinco, seis volantes. Não o Brasil.
A Seleção (?) de Dunga vai tão mal, que nem com os quatro brucutus, conseguiu segurar o ataque poderoso (?) do Equador. No primeiro tempo, o time adversário chegou por várias vezes ao ataque. Josué esteve mal. Gilberto Silva pouco tocou na bola. Mineiro, mais uma vez, não existiu. E vocês viram Alex, o zagueiro perdido? Ele parece que está em outro mundo durante o jogo. Outro que mostrou um péssimo futebol foi Daniel Alves. Esse parecia lateral-direito de futebol amador. E olha lá.
O Brasil não pode jogar um futebol tão medíocre, seja com reservas, seja com titulares. Na Copa América, o Brasil é rei. Na América do Sul, o Brasil é o melhor, mesmo com um time ridículo como este armado pelo Dunga. Para piorar, e dar mais lenha na fogueira da minha gastrite, a Seleção (?) terminou com três zagueiros e três volantes! É! Nem o retranqueiro Celso Roth promove isso no seu fraco Vasco…
Série C
Aproveitando o espaço para falar um pouco sobre a Série C e o Noroeste. O time de Bauru entra com um time modesto, com teto salarial de R$ 3 mil reais. No entanto, acho que, mesmo com a restrição na folha de pagamento, o Noroeste pode surpreender, já que tem um time brigador. Inicialmente, foram contratados jogadores “raçudos”. Agora, basta saber se eles se encaixarão no time. Vítor Hugo é um treinador competente, que já fez sucesso no Norusca. Está trabalhando sem dinheiro, diferentemente de Paulo Comelli, que, no ano passado, para montar o time da Série C, gastou R$ 1 milhão.
Agora resta esperar e torcer, torcer muito. Aliás, por falar em torcida, o bauruense não poderá reclamar do preço dos ingressos. R$ 10 reais na Série C (R$ 5) para os estudantes, dá para pagar…





































































































































