Osasco, os analfabetos da bola
Osasco, os analfabetos da bola
A cidade de Osasco sempre foi um celeiro inesgotável de jogadores profissionais de futebol. Foram tantos que ficaria citando horas e mais horas e não teria fim. Na minha época, o Osasco ainda não tinha um estádio municipal. Hoje ao contrário tem um belo estádio: o Professor José Liberatti no bairro do Rochdale. Só que não tem mais jogadores de futebol e nem tão pouco homens para dirigir uma equipe profissional de futebol.
No ano que vem (2008), as duas equipes de Osasco vão disputar a segunda divisão da Federação Paulista de Futebol. Com mais de 40 equipes, mais parece mais um campeonato amador na cidade. Como se diz na gíria futebolística uma “Várzea Melhorada”. Os dois times de Osasco são de origem “política”. Cada time rema para um lado e a prefeitura fica “em cima do muro”.
O empresariado não investe no futebol da cidade porque não acredita nos dirigentes dos clubes e as poucas pessoas que tentaram realizar o sonho de ter um time forte, já cansaram e nem no estádio estão indo, como disse meu amigo Antonio Júlio Baltazar em sua coluna em um jornal da cidade: “Lutamos destemidamente por Osasco ascender com força no futebol profissional. Mas tudo sucumbio diante de homens vaidosos e gananciosos.” E tem mais, nunca foram do ramo do esporte, todos analfabetos de bola. Ai estão os restos mortais do Esporte Clube Osasco “ECO” e do Osasco Futebol Clube, como testemunhas da história…
Quero mandar um forte abraço ao amigo Marcos Paulo, popular “queijinho” pela lembrança de ter criado a comunidade no Orkut, “Ettore Marchetti – A Lenda”, homenageando meu saudoso irmão que na minha opinião foi um dos maiores técnicos de equipe de base revelando muitos jogadores para o futebol brasileiro, como, Edu Manga, Pedrinho ex-Palmeiras ex-Vasco, Peri ex-Corinthians, Paulo Nani ex-São Paulo, Gilmar ex golerio Palmeiras, o preparador físico Moacir Santana ex seleção brasileira, Carlos Alberto Seixas ex-Palmeiras, Macedo ex-Palmeiras, Viola ex-Corinthians e tantos outros…
E para quem se lembra do Ettore nunca irá esquecer:
Quando o garoto era bom de bola ele dizia: “Esse é mosca branca.”
Quando o dirigente não sabia nada: “Ele não sabe nem fumar.”
Quando o time estava perdendo: “Xingava o jogador e a família toda com seu famoso vocabulário.”
Um abraço também para meus amigos: Dílson Barbosa de Feira de Santana-BA, Mário Freitas da Rádio Excelsior de Salvador-BA, Capitão Hidalgo de Curitiba, Renato Xavier da Band FM de São José do Rio Preto, Silvio Mendes da Bahia e ao J B Telles de Florianópolis.





































































































































