Corinthians tem tudo para entrar nos trilhos com Andrés
Empresário começou bem a nova era do Timão
Após 14 anos, o Corinthians muda o seu comando. A era Alberto Dualibi terminou. Assim, o Corinthians encerrou a fase mais negra da sua história. Agora, Andrés Navarro Sanchez, 43 anos, empresário do ramo de plástico, entra em ação. A sua vitória mostrou que ele tem o apoio do Conselho e a sua visão empresarial contribuiu muito para isso.
Andrés quer administrar o clube como se fosse uma empresa. Imediatamente, nomeou 3 vices de peso nas partes financeira, administrativa e jurídica. São profissionais capacitados para seus cargos porque têm experiência nas suas respectivas áreas, executando as funções no dia-a dia das empresas em que atuam.
Disse que assumiria também a vice-presidência de futebol, mas Gebran deve permanecer. Andrés começou muito bem a sua administração, dando a entender de que o planejamento fará parte da sua gestão. Assim, ele já pensa no futuro e quer separar o futebol profissional do clube social. Aliás, o que todo clube precisa fazer. Piscina, sauna e outros departamentos são muitos diferentes do futebol e ajudam a alavancar o déficit.
No futebol profissional, Andrés já planeja a chegada de um manager. Vanderlei Luxemburgo é um nome em pauta, que viria com a sua comissão técnica. Isso para 2008, porque hoje a prioridade é sair da zona de rebaixamento. Depois de tomar conhecimento por completo das áreas financeira, administrativa e jurídica, para colocar a casa em ordem, o novo presidente corinthiano precisa agilizar a área de marketing.
Com a segunda maior torcida do Brasil, o marketing tem que ser atuante, criativo e gerar muita receita. Bom saber que Andrés quer tocar o futebol empresarialmente. Na minha carreira profissional eu aprendo muito com os meus clientes. Em uma certa ocasião, um deles disse à seus subordinados que estava existindo muita “abobrinha” e pouca ação. Ele quis dizer que falavam muito e agiam pouco. Espero que no Corinthians, na administração do Andrés Sanchez, as ações vençam as “abobrinhas”. Assim teremos um exemplo a seguir por muitos clubes brasileiros.





































































































































