Clássico de abertura do Paulistão foi frio e vazio
Clássico de abertura do Paulistão foi frio e vazio

Não gostei do clássico de abertura do Paulistão entre Portuguesa e Santos, disputado quarta-feira no Morumbi.
A começar pelo local do evento, o frio e vazio estádio são-paulino. A Federação, num ato no meu ponto de vista demagogo e sem cabimento, tirou da Lusa o direito de mandar sua partida no Canindé.
Como o local é seguro para o Contru, órgão de fiscalização extremamente rigoroso, não entendo porque a federação resolveu ser mais realista que o rei. Tenho certeza, que no Canindé, com 15 mil pessoas, a festa seria mais vibrante e o jogo também.
Dentro de campo, o Santos provou que foi o time que menos contratou qualidade. Marcinho Guerreiro como sempre distribuindo pancadas, enquanto Betão e Evaldo não fizeram nada além do se esperava de ambos.
Não entendi a saída de Tabata no intervalo, uma vez que era o único que tentava criar algo, mas tenho certeza que a contusão de Kleber ajudou o Santos a perder os três pontos.
Com esse elenco a equipe da vila mais famosa vai ter que brigar muito par ficar entre os oito primeiros e não tem a mínima chance na Libertadores.
Na Lusa, apesar da vitória, a característica é a mesma da série B. Bicos para frente na tentativa de Diogo, com sua habilidade dominar e conseguir armar uma jogada.
Agora ele ganhou a companhia de Cristian, mas em compensação perdeu os dois alas que desciam demais, Wilton Goiano e Leonardo.
È o mesmo esquema tática conhecido e previsto de Benazzi. Que quando bem marcado, ou quando Diogo não jogar, como vai acontecer nos próximos 30 dias devido a uma lesão, vai complicar a vida da Portuguesa.
O time tem uma qualidade: é aguerrido durante os 90 minutos. Todo mundo marca, alguns até mesmo sem saber direito, como o meia Preto.Ma ainda acho que é pouco.
A lamentar o problema de Juninho Goiano antes do jogo no vestiário. O atleta teve uma crise de apendicite e já foi operado. Agora é mais que urgente contratar um lateral esquerdo.
Chiquinho, ex-Inter, Palmeiras e Goiás foi oferecido. Mas tem fama de maluco, por isso existe um certo temor em trazê-lo. Talvez venha por um período de 3 meses.
A arbitragem de Rodrigo Braghetto foi fraca. Muito rigoroso, principalmente com os jogadores da Lusa. Falaram-me que esse rigor será comum nos jogos do Paulistão. Quero só ver se vai funcionar mesmo.
Leonardo, lateral da Lusa, não quer ir para a Alemanha porque deu sua palavra a Luxemburgo que assinaria com o Palmeiras.
O Bayer Leverkusen é o time que está oferecendo dois milhões e meio de euros, com um contrato de 400 mil euros anuais ao atleta, mais 15 mil euros por jogo disputado.
Carlos Alberto e Roger vivem situações semelhantes. Os dois têm agora uma chance de ouro em mãos para provarem que são grandes jogadores.
Roger no Grêmio. È sua ultima chance. Um jogador de sua habilidade não pode ser recusado por ninguém. Porém seu comportamento fora de campo fala mais alto.
Carlos Alberto, 22 anos, tem no São Paulo a grande oportunidade de voltar a ser um candidato à craque. São Paulo que alias, investiu em atletas polêmicos como o próprio Carlos Alberto, Adriano e Fábio Santos.
Souza está muito tentado a aceitar a proposta do Grêmio. Também pudera, vai ganhar em 3 anos de contrato o que não ganharia em 6 no São Paulo.
Acho que o Corinthians exagerou em contratar 14 jogadores. Penso que investir em 5 mais qualificados seria uma opção melhor. Mas, vamos aguardar em campo o rendimento de todos. A Fiel está empolgada.
Lenny foi uma grande aposta do Palmeiras. Eu diria um tiro certo. Na minha opinião, dos que já chegaram, o que mais vai brilhar com a camisa do Vergão.
Conversei nesta semana, numa matéria especial para a EldoradoESPN com o atacante Paulinho Maclaren.
Depois que parou de jogar, Paulinho está investindo na carreira de técnico. Fez faculdade na UNIFAE, em São João da Boa Vista, onde reside e agora irá estagiar.
Primeiro com Adilson Batista no Cruzeiro e depois, com Luxemburgo no Palmeiras. Logo teremos treinador novo no pedaço, e daqueles boa gente, que sempre demonstram alegria no trabalho.





































































































































