Opinião Roger Willians: Objetivo quase atingido no Tigre
Rio Branco só não queria cair, e está perto disso
O grande objetivo do Rio Branco na Série A-2 era sua permanência nessa divisão e o papel foi cumprido. O que viesse a mais, de fato, era puro lucro.
– Teoricamente, o que poderia vir de lucro eram duas classificações: para o octogonal final e para a Copa FPF. A primeira pode esquecer, especialmente depois da derrota para o forte Sorocaba neste domingo, já a segunda “conquista” ainda é possível.
– Para fechar o 1º semestre de forma positiva – o time foi vice-campeão da Copa SP de Juniores – falta salvar o restante do ano e vencendo o Olímpia no próximo domingo, às 16h em casa, o time de Ivo Secchi garante o futebol em Americana a partir de julho.
– Por falar em Ivo Secchi, o treinador usou, pela 4ª vez seguida, a mesma roupa num jogo. A mística vinha dando resultado até chegar a Sorocaba…
Estádios
– Depois da fatalidade ocorrida em Salvador na “Fonte Nova”, passei a prestar atenção nas condições dos estádios que estive trabalhando ou mesmo presente para assistir às partidas de futebol.
– Estou horrorizado com certas situações. Estádios que chegam a formar estalactites e estalagmites debaixo das coberturas e arquibancadas de tantos vazamentos de água causados pelas infiltrações. Não há cimento e concreto que agüente essa situação.
– Goteiras em cabines de transmissão são comuns, “Décio Vitta” e “Palma Travassos” que o digam.
– Será que as autoridades de futebol sabem mesmo algo de engenharia? Como liberam estádios em tais condições? São verdadeiras armadilhas para o torcedor, tão maltratado no Brasil.
Impunidade
– Incrível como os treinadores de futebol acham que escondendo a escalação até 10 minutos antes do jogo, podem ganhar vantagem na partida.
– Ledo engano! Hoje existe internet, olheiros, televisão, rádios na internet. Não adianta fazer esse joguinho ridículo que só prejudica ao próprio clube, que pode ser punido pelo atraso.
– O que ocorre é que as multas são brandas, às vezes ignoradas, não registradas pela arbitragem escalada para o jogo, enfim…
– Para a imprensa isso é horrível, prejudica o trabalho e, diretamente, o torcedor. Sem comentários!
Diferente
– Vivemos num país onde transmissão de futebol em rádio é atração turística. Em copas, rodinhas de torcedores se formam em torno dos radialistas. É mole?!
– Pois é, mas narração de basquete em rádio é mais peculiar ainda. Estou vivendo uma experiência dessas pela rádio Azul Celeste (AM 1440), acompanhando o Americana Basketball no Torneio Novo Milênio de basquete masculino.
– Posso dizer que é emocionante e muito compensatório. Mundo diferente do futebol e muito além da famosa NBA, que vemos na TV.
– Nessa aventura pelos ginásios paulistas, vejo que o basquete é infinitamente mais desorganizado em termos de calendário que o futebol e sua estrutura fica devendo muito. Por isso, há tempos, que essa modalidade não alcance resultados expressivos para o Brasil.





































































































































