A queda de Sérgio Guedes e a dança dos técnicos
A queda de Sérgio Guedes e a dança dos técnicos
Com apenas cinco rodadas disputadas do Campeonato Brasileiro da Série B, nove dos 20 times em disputa já anunciaram mudanças no comando técnico. Uma clara evidência de que a mentalidade dos dirigentes não mudou e que o “futebol de resultados” segue valendo. A matemática básica dos cartolas é a seguinte: três resultados negativos igual a demissão.
O último a perder o cargo foi o técnico Sérgio Guedes, na Ponte Preta. E ele nem precisou perder três jogos para ser demitido. A derrota em casa para o então lanterna Gama, por 2 a 1, fez os dirigentes mandarem o treinador embora. Na sua primeira declaração após a saída, Guedes deixou claro que, a partir de agora, irá pensar mais em si próprio do que no clube na hora de acertar um contrato. Ex-goleiro do time campineiro, ele tinha um contrato que não previa multa pela rescisão de contrato e chegou a recusar propostas de outros clubes para cumprir o seu compromisso com a Ponte. Deu no
que deu.
A diretoria da Ponte busca agora um substituto e, nos bastidores, o comentário é de que um técnico mais “flexível” seria a opção preferida. Flexível, na visão dos dirigentes, seria um treinador que acatasse os pedidos dos “palpiteiros de plantão”. Os nomes cogitados são Márcio Bittencourt e PC Gusmão.
Série C
Os times se planejam para o início da competição e o Tupi-MG contratou Toninho Moura, que dirigiu o São José no Paulista da Série A2. O treinador já conquistou bons resultados no interior paulista, sobretudo no comando do Taubaté.
Copa FPF
A Francana também já definiu seu treinador. Será Sérgio Caetano, que este ano bateu na trave com o Voraty na Série A3, perdendo o acesso na última rodada. Nos anos anteriores, ele conquistou dois acessos seguidos com o Catanduvense.
No paraíso
Cinco jogos e cinco vitórias. Com 15 pontos, o Corinthians lidera com folga a Série B do Campeonato Brasileiro. O retrospecto intocável supera até equipes da elite nacional. Na era dos pontos corridos, o Timão é o único time que conseguiu fechar à quinta rodada com 100% de aproveitamento. A fórmula foi criada em 2003, e desde então ninguém havia conseguido ultrapassar a barreira de quatro vitórias em seqüência no início da competição.





































































































































