E o 10?
E o 10?
Saudações Esportivas.
Ótima semana aos amigos.
XV de Piracicaba e Comercial judiaram da bola no Estádio Palma Travassos. Em um jogo de péssima qualidade técnica, o zero só saiu do placar graças a cobrança de um pênalti, no finalzinho do jogo.
Aos 46, Fábio Santos anotou o primeiro gol do alvinegro piracicabano na Copa Paulista. Vitória, três pontos, tudo bem?
Não!
Na saída de campo, o autor do gol disparou. Disse que a bola não chega com qualidade. Não há como definir as jogadas.
Na coletiva, o técnico Lelo discordou e esbravejou. Segundo ele, Fábio está errado. É mentira que a bola não chega. E outra: é pedir muito para que haja um domínio quando o time atua fora de casa.
Sei…
Fábio e Lelo devem ser respeitados. São competentes no que fazem (até que provem o contrário) e acima de tudo são profissionais. Todavia, concordar com o treinador, na minha opinião, não dá.
Como dito na última coluna, o time apresentou – em alguns momentos do primeiro jogo – boas perspectivas. Chegou a mostrar um futebol superior ao da Série A3. Mas no segundo desafio foi visível. A bola não chega. Sequer no chuveirinho.
O XV carece de um camisa 10. O cara que bota a bola no chão e chama o jogo. O homem de confiança da torcida, imprensa, companheiros e treinador. O responsável por resolver os problemas existentes dentro das quatro linhas.
Entretanto, fica a dúvida. Para o treinador, será que estes problemas existem? O 10 é necessário? Fábio e 90% dos envolvidos na história estão enxergando demais?
Vamos aguardar o terceiro confronto. Que as respostas sejam dadas contra a Francana.
ABS!





































































































































