Inglaterra de Sterling está sobrando na Eurocopa
Não hesita em partir com bola dominada em velocidade sobre marcadores, capaz de fazer o zigue-zague, e assim entortá-los.
Sterling é o Edílson Capetinha deles.
Que baita jogador é o atacante Sterling, da Inglaterra!
Nós, acostumados apenas ao nosso mundinho de Série B do Campeonato Brasileiro, se desligarmos o chip de vez em quando, pra ver aquilo que acontece na Eurocopa, a constatação é que regredimos bastante no futebol.
Sterling é o Edílson Capetinha deles. Não hesita em partir com bola dominada em velocidade sobre marcadores, capaz de fazer o zig-zag, e assim entortá-los.
Essa Inglaterra que aplicou goleada por 4 a 0 na Ucrânia, em jogo mostrado na tarde deste sábado no Brasil, trocou aquela boleirada cintura dura por dribladores, como o lateral-direito Sancho, que ataca e defende com a mesma eficiência.
JOGO AÉREO
Importante que a Inglaterra não desprezou o seu ponto forte de décadas, de bola aérea ofensiva.
Três gols neste expediente ocorreram neste sábado através de testadas mortíferas, uma delas do atacante Harry Kane.
De cabeça também marcou o zagueiro Maguire, que não hesita em dar chutões quando se vê apertado.
Por vezes, essa Inglaterra bem treinada por Gareth Southgate nos faz lembrar métodos de treinamentos aplicados ainda na década de 60 pelo saudoso técnico Armando Renganeschi, no Guarani, quando o treino coletivo começava com três toques e terminava obrigatoriamente com um toque na bola de cada jogador.
AGILIZAÇÃO NO PASSE
Assim, o atleta já é mentalizado sobre o que fazer com a bola antes mesmo de recebê-la.
Taca-se na bola de primeira, e de forma progressiva. De vez em quando a equipe acelera a jogada, quando há percepção de ‘buraco’ no adversário a ser explorado.
O futebol agradece com a constatação de seleções bem treinadas como a Inglaterra, eficiente até na recomposição defensiva.
UCRÂNIA
Vejam que a Ucrânia se rendeu ao melhor futebol da Inglaterra a ponto de sequer se aventurar ao ataque nos minutos finais do jogo.
Preferiu, sim, gastar o tempo tocando lentamente a bola, no intuito de não desperdiçá-la e incorrer no risco de o adversário ampliar a goleada.
Que coisa!
O juizão entendeu isso e não deu um minuto sequer de desconto.
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