Vem aí a maior goleada da Série B de edição 2020 do Brasileiro: Ponte 7 x 2 Figueira
Vejam agora o peso daquela expulsão infantil de Luan Dias contra a Chapecoense
Vem aí a maior goleada da Série B de edição 2020,do Brasileiro: Ponte 7 x 2 Figueira
Eu não vi (escutei pelo rádio); você não viu, mas alguém viu. Você que viu, conte-nos sobre esses 7 a 2 da Ponte diante do Figueirense, no ‘fortim’ deles, em Florianópolis (SC).
E mesmo que você ache que os seus argumentos são irrefutáveis sobre Moisés, tido como personagem do jogo com três gols, insisto que o futebol dele está aquém das reais necessidades da Ponte Preta.
Aí você interroga: pô, Ari, justo agora desmerecendo este estupendo resultado?
Sim, resultado estupendo, mas não nos esqueçamos que foi jogo atípico e perigoso.
TUDO AJUSTADO?
E se os homens do Departamento de Futebol Profissional da Ponte acharem que está tudo ajustado? E se ficarem vislumbrados com atuações de uns e outros?
E se acharem que o lateral Léo Pereira é um bom reserva após dois cruzamentos que resultaram em gols?
Então, antes que eles achem tudo isso, eu, Tio Lei, João da Teixeira, etc., avisamos: cuidado. Não deixem se iludir com esse melzinho que colocaram na boca de vocês.
Também tem o seguinte: aquele pontepretano fanático, que soltou rojões depois desta histórica goleada, evidente que pode colocar a sua posição, diferentemente da nossa.
Golear de sete é ótimo, é histórico.
Entretanto, não nos esqueçamos que a goleada foi sobre um time rebaixado.
QUE VEM?
Já deixei claro que evito comentar jogos que não assisto, na base do ‘ouvi dizê’.
Dos quatro jogadores dispensáveis do elenco pontepretano não há contestação.
O meia Luan Dias não se queimou apenas por ter feito aquela bobagem de provocar expulsão, após entrada violenta sobre jogador da Chapecoense, no campo de ataque da Ponte,
Na prática, após reiteradas chances, não justificou vaga na equipe.
Lateral Lazaroni mais recua bola de que visa o passe à frente. E marca apenas razoavelmente. Logo, não acrescenta no elenco.
Dos volantes, Luís Oyama oscila, e a falta de regularidade o fez perder espaço na equipe.
Quanto a Neto Moura, teve chances até demais, sem que convencesse.
Não nos esqueçamos que o gerente de futebol Alex Brasil veio do Paraná. Geralmente esses profissionais e até treinadores têm por hábito levar para clubes que transferem jogadores da passagem anterior.
No caso específico, difícil apostar que alguém do Paraná Clube possa ser bem-sucedido na Ponte Preta.





































































































































