Só mesmo uma 'entidade' invisível, criada pelo saudoso jornalista Nelson Rodrigues há muitas décadas para entender.
Élio Sizenando foi xingado pela torcida. E Sobrou até para o goleiro Caíque França, tido como culpado por ocasião do segundo gol do Ypiranga
Por ARIOVALDO IZAC
Campinas, SP, 18 (AFI) – Quanta ‘pancada’ até improcedente no treinador do Guarani Élio Sizenando?
Sobrou até para o goleiro Caíque França, tido como culpado por ocasião do segundo gol do Ypiranga, no empate por 2 a 2, na noite de segunda-feira, no Estádio Brinco de Ouro.
Quando o Guarani marcou o seu segundo gol, aos nove minutos do segundo tempo, só explosão no estádio.
Via-se a barulhenta torcida bugrina com aplausos & aplausos.
Circunstancialmente o Ypiranga, que não havia exigido uma defesa sequer do goleiro Caíque França, chegou ao primeiro gol em cabeceio de Pedro Lucas.

Foto: Raphael Silvestre – GFC
‘POIS ELE APARECEU’
A partir daquele instante, bem escondido de todo mundo, apareceu no Estádio Brinco de Ouro o tal de ‘Sobrenatural de Almeida’.
O que?
Sim.
Uma ‘entidade’ invisível, criada no futebol pelo saudoso jornalista carioca Nelson Rodrigues há muitas décadas.
Essa ‘entidade’ é parceira do imponderável, e representa a força do destino que zomba da lógica técnica.
Não?
Claro que sim.
O que o Ypiranga havia feito até então?
Em sã consciência, a maioria dos bugrinos presentes no estádio não ficou preocupada com aquele gol do adversário, pois ele não dava motivos para assustar.
GOL DE RARIDADE
Gente!
E não é que o jogador Lucas Ramos, do Ypiranga, arriscou chute forte, de longa distância, em lance típico que atletas ‘penam’ a bola, mas ele teve uma sorte de outro mundo.
Golaço!
Lucas Ramos incorporou o ‘Sobrenatural de Almeida’ e sabe-se lá quando vai repetir esse feito.
Agora, a ‘bugrinaiada’ pega todo mundo para Cristo!
Acontece.
Atribua tudo isso ao imponderável do ‘Sobrenatural de Almeida’.
O Guarani não fez uma má partida.
Jogou bem durante o primeiro tempo, e isso se repetiu até a metade do segundo tempo.
Sim, depois que sofreu o gol de empate se apavorou, embora fosse persistente no ataque, sem, contudo, atingir o objetivo de vitória.





































































































































