Patrick Brey comenta conversa com Tencati sobre seu papel de capitão

Aos 29 anos, o jogador assumiu a braçadeira de capitão durante a disputa do Campeonato Brasileiro da Série B

“Nos momentos difíceis, acaba que a gente precisa mostrar confiança, não só eu, como eles (outros líderes) também."

Patrick Brey comemora vitória Botafogo Série B
O Capitão Patrick Brey - Foto: João Victor Menezes de Souza - Agência Botafogo

Ribeirão Preto, SP, 28 (AFI) – Em sua segunda passagem pelo Botafogo-SP, o lateral-esquerdo Patrick Brey vive uma temporada de protagonismo dentro e fora de campo. Aos 29 anos, o jogador assumiu a braçadeira de capitão durante a disputa do Campeonato Brasileiro da Série B e destacou como a responsabilidade contribuiu para seu amadurecimento pessoal e profissional.

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Presença constante na equipe, Brey disputou 31 das 35 rodadas da competição, sempre entre os titulares. Ao longo de 2026, são 36 partidas, seis gols e seis assistências, números que representam sua temporada com maior participação direta em gols na carreira.

O jogador ressaltou a importância de transmitir confiança aos companheiros, especialmente nos momentos de dificuldade enfrentados pela equipe durante o campeonato.

“Nos momentos difíceis, acaba que a gente precisa mostrar confiança, não só eu, como eles (outros líderes) também. As coisas vão dar certo para os outros também sentirem isso. Então acho que tem sido muito importante e tem me ajudado a crescer também como pessoa”, afirmou.

BRAÇADEIRA DE CAPITÃO TROUXE NOVA RESPONSABILIDADE

A liderança de Patrick Brey ganhou ainda mais espaço após o zagueiro Ericson, então capitão da equipe, passar por uma cirurgia durante o Campeonato Paulista. Com a ausência do defensor, o técnico Cláudio Tencati conversou com o lateral e confiou a ele a função de liderar o elenco dentro de campo.

Brey admitiu que não conhecia plenamente essa característica antes de receber a responsabilidade. Desde então, passou a enxergar a função como uma oportunidade de evolução que vai além das quatro linhas.

“Eu não era capitão no Paulistão, acabou que o Ericson, infelizmente, teve que fazer uma cirurgia. O Tencati me chamou pra conversar, era uma característica minha (a liderança) que nem eu mesmo conhecia. Ele aflorou essa característica em mim e tem sido muito bom, tem feito eu crescer também como ser humano, além de atleta”, explicou.

Apesar de carregar oficialmente a braçadeira, o lateral fez questão de dividir os méritos com outros jogadores do elenco. Segundo ele, a experiência de companheiros como Wallace e Vitor Souza também tem sido importante para exercer a função.

“Não só eu, temos vários líderes dentro do elenco que fazem esse papel. Acaba que, por eu ser o capitão, acaba que você fala mais, você está na linha de frente, mas a gente tem vários outros que têm ajudado bastante, mais experientes que eu. Por mais que eu seja o capitão, eu não sou o atleta mais experiente do time. Tem o Wallace, Vitor Souza, tem vários jogadores muito experientes que têm me ajudado a ser esse líder também”, completou.

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O Botafogo-SP ocupa a 12ª colocação da Série B, com 47 pontos. Após vencer o Avaí por 2 a 0, fora de casa, na última rodada, o clube garantiu matematicamente a permanência na divisão para 2027. A equipe ainda tem três partidas pela frente e segue com chances matemáticas de alcançar a zona de classificação para os playoffs de acesso.

AGENDA

O Botafogo-SP volta a campo neste sábado (31), às 16h, quando recebe o Sport no estádio Santa Cruz/Arena Nicnet, em Ribeirão Preto, pela 36ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro.

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