Foi-se o tempo em que as pessoas tinham vergonha quando 'pisavam na bola'. Hoje vale tudo, não só no futebol como também na política.
Hoje em dia, já não se envergonha, como antigamente, quando se 'pisa na bola'. Seja no futebol ou na política. Uma vergonha!
Por ARIOVALDO IZAC
Campinas, SP, 3 (AFI) – Foi-se o tempo em que as pessoas tinham vergonha quando ‘pisavam na bola’.
Elas ficavam vermelhas, e temerosas em relação àquilo que pensavam sobre elas.
Aí vinha o desespero quando, por qualquer motivo, erravam.
O tempo passou e o ser humano se modificou.
Perderam a vergonha.
MENTIRA ‘CABELUDA’
Durante a sabatina da Rede Globo de Televisão com os presidenciáveis, Lula mentiu descaradamente, quando perguntado sobre a amizade dele com a senhora Roberta Luchsinger.
Disse nunca ter visto a citada mulher, e que ela era uma pilantra.

Foi o bastante para ser desmascarado com amostragem, nas redes sociais, de incontáveis fotos ao lado dela.
Em outros tempos, uma mentira ‘cabeluda’ com essa era transformada numa ‘barulheira’ incrível.
Pois a desproporção lá de cima, nas últimas décadas, ‘envenenou’ também as pessoas mais abaixo.
PONTE PRETA E GUARANI
Na Ponte Preta, o vice-presidente Marco Eberlin – enquanto presidente – sabia perfeitamente que não teria meios para sustentação do futebol do clube, durante esta temporada, e mesmo assim colocou o seu grupo na eleição.
Oportunamente, aproveitou o acesso do clube à Série B do Brasileiro, para convencer conselheiros a um novo mandato, agora na condição de vice.
E deu no que deu.
No Guarani, um despreparado, como o presidente Rômulo Amaro, se prontificou a disputar o cargo máximo do clube e ainda ganhou apoio.
Quando o mau exemplo vem de cima, logo contamina o pelotão mais embaixo.
E dá nisso.





































































































































