Musa da Copa de 2010 tem dinheiro bloqueado em crise bancária no Paraguai

A modelo e comunicadora está entre os clientes que tiveram seus recursos bloqueados após a intervenção do Banco Central paraguaio

Aos 41 anos, Larissa revelou que mantinha boa parte de suas economias na instituição, incluindo aplicações financeiras em dólares e guaranis

Copa do Mundo

São Paulo, SP , 06 (AFI) – Conhecida mundialmente por sua participação na Copa do Mundo de 2010, na África do Sul, Larissa Riquelme enfrenta dificuldades financeiras e profissionais após a crise envolvendo o Ueno Bank, uma das principais instituições digitais do Paraguai.

A modelo e comunicadora está entre os clientes que tiveram seus recursos bloqueados após a intervenção do Banco Central paraguaio.

ECONOMIAS

Aos 41 anos, Larissa revelou que mantinha boa parte de suas economias na instituição, incluindo aplicações financeiras em dólares e guaranis.

Com a suspensão das operações, ela perdeu temporariamente o acesso ao próprio patrimônio e aguarda informações sobre como poderá recuperar os valores.

PROBLEMAS

Os problemas, porém, não ficaram restritos à área financeira. Larissa também trabalhava como jornalista e apresentadora na VMedia, empresa de comunicação ligada ao mesmo grupo controlador do banco. Ela comandava três programas e acabou atingida pela paralisação das atividades da companhia.

De acordo com a modelo, mais de 300 funcionários foram desligados, enquanto outros profissionais ainda aguardam esclarecimentos sobre a situação trabalhista. A empresa chegou a orientar os colaboradores a esperar um período de 90 dias por novas informações.

CRISE NO SISTEMA FINANCEIRO PARAGUAIO

O Banco Central do Paraguai determinou a intervenção no Ueno Bank no início de novembro, após identificar problemas no índice de solvência da instituição, que ficou abaixo do mínimo exigido pela legislação.

A medida afetou aproximadamente 3 milhões de clientes, que ficaram temporariamente sem acesso às contas e aos recursos depositados. O caso também passou a ser investigado pelo Ministério Público paraguaio, com medidas contra integrantes da direção da instituição.

Larissa acompanha os desdobramentos e cobra transparência das autoridades, principalmente em relação à devolução das economias e à situação dos trabalhadores atingidos pela crise.