Digo que perder a vaga seria algo inadmissível para o Guarani, numa Série C de nível técnico inferior à temporada passada.
Nesta Série C do Brasileiro marcada por oscilações e muito equilíbrio de forças técnicas, o Guarani continua perto da vaga.
Por ARIOVALDO IZAC
Campinas, SP, 11 (AFI) – Não fosse uma Série C do Brasileiro limitadíssima, e com enorme imprevisibilidade, até se poderia dizer que o Guarani correria certo risco de não garantir classificação à fase dos quadrangulares.
Quem viu a precariedade do ataque do Brusque, na derrota para o Maranhão, e conferiu a inesperada instabilidade do Paysandu para ganhar do Confiança, com as ‘calças da mão’, chega a lógica constatação que tudo é possível nesta Série C.
Vejam que até a líder Inter de Limeira tem oscilado, pois ficou devendo na vitória sobre Amazonas, assim como esteve bem aquém do esperado na derrota para o Guarani.
Diante das imprevisibilidades, até a limitadíssima equipe do Anápolis deu um passo para escapar do rebaixamento, com a vitória na segunda-feira.
PERTO DA CLASSIFICAÇÃO
Quando me perguntam se há risco de o Guarani decepcionar o seu torcedor, na hipótese de não garantir classificação, a resposta não seria que no futebol tudo é possível.
Digo que perder a vaga seria algo inadmissível, numa Série C de nível técnico inferior à temporada passada.
Pelo andar da carruagem, mais quatro pontos seriam suficientes para o Guarani estar entre os oito na próxima fase
Nos três jogos restantes, quem tem o maior orçamento da competição – como o Guarani – a obrigação é se classificar entre os melhores, para decidir o acesso, na rodada derradeira da competição, em casa.
Na condição de mandante, o Guarani vai enfrentar Ypiranga e Brusque. Vai sair para jogar contra o Botafogo da Paraíba.
ÉLIO SIZENANDO CRITICADO
Uma enxurrada de críticas de torcedores bugrinos direcionadas ao treinador Élio Sizenando, que de fato errou na recomposição da equipe, após as perdas de Guilherme Cachoeira, por lesão, e Emerson expulso.
Sim, poderia ter ‘sacado’ o centroavante Lucca -, com atuação apagada -, e optado por Hebert, ainda no intervalo.
Todavia, se os gols ‘feitos’ não fossem perdidos, ninguém estaria pensando nisso.





































































































































