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ARIOVALDO IZAC

Blog do Ari: Edson, outra 'bola' cantada no Guarani

Aqui no Blog do Ari tínhamos citado que o zagueiro era limitado e não seria útil ao Guarani. Mas ninguém ouviu e ele está encostado.

Zagueiro Edson, mais uma 'bola' cantada de erro de contratação no Guarani. Mas os cartolas continuam os mesmos: não ouvem.

Série C - Guarani - 2026
Edson foi revelado pela Ponte Preta - Foto: Divulgação / Guarani

Por ARIOVALDO IZAC

Campinas, SP, 17 (AFI) – Esse negócio de o Guarani não contar com um dirigente de primeiro escalão sequer familiarizado com futebol tem alto custo.

Quando ainda cogitava-se, no clube, eventual interesse pelo zagueiro Edson, revelado pela Ponte Preta, foi citado com a maior clareza deste mundo que era jogador limitado e não teria espaço na equipe principal do Guarani.

Como claramente o presidente Rômulo Amaro é um estranho no ninho, não ‘manja absolutamente nada de ‘bola’, fica escutando apenas o seu executivo de futebol Carlos Frontini e empresários do ramo.

Aí dá nisso.

Custaria o assessor de imprensa do clube ter mostrado meu texto aos desinformados cartolas, com citação que Edson não teria espaço entre os titulares – e nem tem bola como reserva?

Então, por que não ponderaram? Por que não buscaram informações com terceiros?

PREPOTÊNCIA

Observa-se a prepotência do cartola-mor do Guarani, Rômulo Amaro, que paga para ver sobre a contratação do jogador, e agora vê.

Pois então digam, senhores, quantas vezes o citado atleta foi escalado?

O diretor de redação do portal Futebol Interior, Élcio Paiola, garantiu a participação do zagueiro apenas durante 17 minutos no jogo contra o Confiança.

E só.

Pesquisei fichas técnicas de todos os demais jogos e o atleta não entrou em nenhum outro.

PASSAGEM PELO CUIABÁ

Ele não convenceu na Ponte Preta e Cuiabá, clube que estava vinculado recentemente, e que não fez a mínima objeção para liberá-lo.

O resto da história é essa de mais um erro de contratação, apesar de aviso para no mínimo ponderarem.

É função dos informados cronistas de Campinas alertarem cartolas sobre erros premeditados e, com isso, no mínimo provocar reflexão.

Adianta?

Além da incompetência, o teimoso cartola paga para ver e o torcedor bugrino vê o dinheiro do clube escoar pelo ralo.