Ademir Fesan lamenta revés para Madureira e cobra melhora nas finalizações da Portuguesa

Mesmo após revés para o Madureira, Ademir Fesan destaca volume ofensivo da Portuguesa e exige melhora nas finalizações para manter liderança da Série D.

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São Paulo, SP, 11 (AFI) – A derrota por 1 a 0 para o Madureira, fora de casa, interrompeu o embalo da Portuguesa na Série D do Campeonato Brasileiro, mas não tirou a liderança da Lusa no Grupo A13. Após o confronto, o técnico Ademir Fesan lamentou o resultado no Rio de Janeiro, reconheceu falhas defensivas e cobrou maior eficiência ofensiva para evitar novos tropeços.

Mesmo com o revés, a equipe paulista segue na ponta da chave com 11 pontos conquistados em cinco rodadas, mantendo posição privilegiada na disputa pela classificação.

Fesan reforçou que o principal problema esteve na incapacidade de converter o volume ofensivo em gols.

PORTUGUESA PECOU NAS FINALIZAÇÕES

Para o treinador, a equipe criou oportunidades suficientes para sair com resultado melhor.

“Nós criamos bastantes situações de novo. Tivemos bola na trave, tivemos três oportunidades na cara do gol para definir, e futebol é isso. Quem não faz vai correr o risco”, afirmou.

A análise do comandante evidencia um padrão já percebido ao longo da campanha: domínio territorial, maior posse de bola e produção ofensiva, mas eficiência abaixo do esperado.

FALHA COLETIVA CUSTOU CARO

Ademir Fesan também apontou desatenção na jogada decisiva, originada em bola parada.

“O jogo do Madureira era um jogo que eles estavam apostando só na bola parada. Erramos na marcação da bola parada, foi um erro coletivo.”

Embora tenha citado controvérsia na origem da falta, o treinador evitou desculpas e reforçou a necessidade de correção interna.

HUMILDADE PARA EVOLUIR

O técnico destacou que o elenco compreende suas limitações atuais e sabe exatamente onde precisa melhorar.

“O que a gente precisa melhorar são as finalizações.”

A fala reforça a postura de autocrítica e evolução contínua dentro do projeto da Portuguesa na Série D.

POSTURA OFENSIVA SEGUE INALTERADA

Mesmo atuando fora de casa, Fesan reiterou que a identidade competitiva da Lusa permanece ofensiva.

“Nós somos a Portuguesa e queremos vencer com todo respeito aos adversários.”

Segundo ele, as mudanças táticas durante a partida buscaram justamente aumentar a pressão ofensiva, incluindo a adoção de um sistema mais agressivo com cinco jogadores de ataque.

LIDERANÇA MANTIDA, MAS ALERTA ACESO

Apesar da derrota, a campanha segue sólida, e a Portuguesa ainda depende apenas de si para permanecer no topo do grupo.

No entanto, o tropeço serve como alerta para ajustes antes do próximo compromisso, diante do Água Santa, no Canindé.

O confronto será fundamental para reafirmar a força da Lusa e responder rapidamente às cobranças.

FOCO NO ÁGUA SANTA

A Portuguesa volta a campo no próximo sábado, às 16h, no Canindé, em duelo direto contra o Água Santa pela sétima rodada.

A partida representa oportunidade importante para recuperação imediata e consolidação da liderança no Grupo 13.

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