Copa Paulista: Rio Branco completa 104 anos e aposta em tradição na base para futuro
O atacante Sandro Hiroshi, retornou às suas origens e hoje atua no clube que o revelou justamente pensando no futuro
O atacante Sandro Hiroshi, retornou às suas origens e hoje atua no clube que o revelou justamente pensando no futuro
Campinas, SP, 04 (AFI) – Um dos clubes mais antigos e tradicionais do Estado de São Paulo, o Rio Branco completa 104 anos de história nesta sexta-feira. Desde o dia 4 de agosto de 1913, quando foi fundado, ainda com o nome de Arromba Futebol Clube, a agremiação passou por momentos distintos e construiu uma tradição de revelar talentos para o futebol. É nessa característica que o clube, que atualmente disputa a Copa Paulista e integra a Série A3 do campeonato estadual, aposta para o desenvolvimento do futuro.
Ao longo dessa história, nomes como os dos volantes Flávio Conceição, Marcos Assunção, Marcos Senna e Mineiro, dos meias Souza e Anaílson, ou dos atacantes Marcelinho Paraíba, Thiago Ribeiro e Macedo, passaram pelo Rio Branco e ganharam destaque nacional e mundial. Um deles, o atacante Sandro Hiroshi, retornou às suas origens e hoje atua no clube que o revelou justamente pensando no futuro: o ex-jogador atua como coordenador das categorias de base.
“Aniversário é sempre um momento de alegria, a gente fica muito feliz. Eu, particularmente, tenho um carinho especial pelo Rio Branco. Fui revelado pelo clube e só tenho bons momentos aqui, e hoje estando à frente da categoria de base só quero retribuir o que recebi no passado com um bom trabalho, agora dando retorno também ao profissional”, declarou.
Ainda em seu início de carreira, Sandro Hiroshi viveu um dos grandes momentos da história do Rio Branco, na década de 1990. O clube, que desde 1979, quando voltou a disputar o campeonato estadual, estava consolidado na Divisão de Acesso, conquistou em 1991 o direito de integrar a elite do futebol paulista. O ex-jogador destacou o papel do torcedor nas boas campanhas. “A torcida naquela época sempre lotava o estádio Décio Vitta e dava muito apoio sempre, era um clima diferente, que faz falta hoje”, contou.
Depois do acesso no início da década, o Rio Branco permaneceu na elite até 2007, quando sofreu o descenso para a Série A2. O retorno à primeira divisão veio em 2009, mas dois descensos consecutivos colocaram o clube na Série A3 em 2012. Desta vez, veio o título: Sandro Hiroshi também estava lá. “Retornei naquele ano, próximo de encerrar a carreira, e conseguimos o título e o acesso. São muitas recordações e momentos marcantes no clube”, destacou. Em 2017, o Rio Branco voltou a disputar a Série A3 do Campeonato Paulista.
Para Sandro Hiroshi, o caminho para a construção de um futuro promissor para o clube passa por dois pontos importantes: estrutura e base. “A reestruturação do clube é demorada, de longo prazo, e começa pela base. Nosso intuito é resgatar o clube, não pensando somente em acesso, mas também em estrutura para, quando conseguirmos subir, sermos capazes de nos manter também e buscar níveis maiores. Com tudo isso, a base consegue ter mais firmeza e dar retorno para o Ro Branco também no profissional”, projetou.





































































































































