Jogadores do Náutico fazem campanha por massagista preso
Paulo Mariano é acusado de ter participado de um assalto dentro de um ônibus no dia 25 de dezembro de 2018
Paulo Mariano é acusado de ter participado de um assalto dentro de um ônibus no dia 25 de dezembro de 2018
Recife, PE, 17 (AFI) – Enquanto colaboram para a boa campanha do Náutico no Campeonato Pernambucano – líder com 100% de aproveitamento -, o elenco alvirrubro se mobilizou nas redes sociais numa campanha contra a prisão do massagista Paulo Mariano, detido pela polícia no último dia 24 de fevereiro.
Paulo Mariano é acusado de ter participado de um assalto dentro de um ônibus no dia 25 de dezembro de 2018. Contudo, a defesa alega que o massagista foi confundido com o verdadeiro assaltante, com a prisão sendo completamente injusta, na visão dos advogados.
Um dos líderes do elenco, o atacante Kieza foi às redes sociais engrossar campanha para que o massagista seja considerado inocente. Além dele, outros jogadores como Jefferson e Jean Carlos também se posicionaram contra a prisão. Todos usaram as hashtags #LiberdadearaPaulo e #Pauloetrabalhador.
Embora o Náutico não tenha se posicionado oficialmente, a diretoria do clube tem dado todo suporte para a família do funcionário desde o dia da prisão. A expectativa dos advogados, agora, é que seja reavaliado o pedido de prisão do seu cliente, para que pelo menos consiga responder em liberdade.
O assalto aconteceu no dia 25 de dezembro de 2018, quando quatro pessoas teriam rendido o cobrador do ônibus e levado todo o dinheiro. Algumas testemunhas foram ouvidas pelo delegado do caso e foi informado que um dos suspeitos chama-se Mariano. A partir daí a polícia fez buscas via internet e identificou o massagista como um dos integrantes do assalto.
“Houve um equívoco grande no processo. Infelizmente, na parte que foi feito o inquérito policial, o Paulo (Mariano) foi confundido com outro rapaz de nome Mariano. Até hoje, quase um mês, ele está esperando que a Justiça solte, porque não tem qualquer participação nesse assalto de que está sendo acusado. Não Paulo Mariano Neto, mas um rapaz conhecido como Mariano”, afirmou o advogado do massagista, Fernando Coelho.
Na época do assalto, Paulo Mariano trabalhava no Sport, tanto é que neste ano, quando a polícia foi prendê-lo, foi direto na sede do clube rubro-negro. Foi quando funcionários do Sport entraram em contato com Paulo Mariano, que indicou o endereço onde estava, sem nunca ter conhecimento da investigação sobre o assalto.
Desde então o massagista segue preso e na expectativa de responder em liberdade. E para isso os jogadores do Náutico esperam colaborar com a campanha em suas badaladas redes sociais.





































































































































