Aqui mesmo no Interior paulista temos dois belos exemplos de clubes com grandes gestões: Mirassol e Novorizontino.
Vejam que o Mirassol gasta apenas o dobro daquilo gasto pelo Guarani na Série C, com a diferenciação de que ele está na Série A do Brasileiro.
Por ARIOVALDO IZAC
Campinas, SP, 6 (AFI) – Talvez você nem saiba, mas o Mirassol – que tenta a sobrevivência no Brasileirão – não é uma SAF.
Por sorte, lá tem um dirigente chamado Juninho Antunes, que cuida das finanças e do futebol.
E com uma folha salarial de R$ 4,1 milhões, contrasta com o Flamengo que tem custo de R$ 37 milhões por mês.
Vejam que o Mirassol gasta apenas o dobro daquilo gasto pelo Guarani na Série C, com a diferenciação de que ele está na Série A do Brasileiro.
E qual a população de Mirassol?
Gira em torno de 66.102 habitantes, cerca de 20 vezes menor que Campinas.
NOVORIZONTINO CHEGANDO!
O Novorizontino está a um passo de ingressar no Brasileirão.
A cidade é populosa?
Claro que não!
Segundo estimativa correspondente a 2026, a cidade atinge 39.548 habitantes.
E como consegue se superar?
Sim, lá tem uma SAF controlada pela família Biasi, proprietária da Usina Estiva de cana-de-açúcar, que banca um elenco com custo salarial de R$ 1,5 milhão, de acordo com o portal Antenados do Futebol.

E O TÍTULO DO MARINGÁ
Se há cerca de um mês a cidade de Maringá vibrou com a conquista de um título inédito da Série C do Brasileiro, e consequentemente acesso à Série B, veio o susto.
Quis o destino que um tornado, com ventos de 96,3 km por hora, provocasse um alvoroço na cidade na noite de domingo e madrugada de segunda-feira passada.
O temporal atingiu empresas, imóveis, veículos e quedas de 300 árvores.
Maringá tem uma população de 429.660 habitantes, segundo o IBGE, sendo a terceira cidade mais populosa do Estado do Paraná.
Teria o Maringá feito investimentos superior a R$ 2 milhões de salários no elenco, como Guarani?
Não, o gasto girou em torno de R$ 1,4 milhão.
São exemplos de cidades com populações bem inferiores comparativamente a Campinas, mas dispondo de gente com discernimento sobre futebol, como acontecia no Guarani e Ponte Preta no século passado.





































































































































