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ARIOVALDO IZAC

CBF troca o Brasileirão por dois jogos da Copa do Brasil

Que mancada da CBF parar o Brasileiro neste final de semana, para priorizar jogos da etapa semifinal da Copa do Brasil.

O presidente da CBF Samir Araújo Xaud não teve a capacidade de avaliar que o problema do futebol brasileiro é jogador, e não treinador.

CBF - Samir Xaud
Samir Xaud: inexperiência na CBF - Divulgação Federação de Roraima

Por ARIOVALDO IZAC

Campinas, SP, 1 (AFI) – Copa do Brasil pelo Brasileirão. Essa administração da CBF toma decisões esdrúxulas e fica tudo por isso mesmo.

Não se vê a então combativa imprensa contestá-la.

Primeiro o absurdo de se renovar o contrato do treinador da Seleção Brasileira, Carlo Ancelotti, antes mesmo do início da Copa do Mundo passada, com extensão do vínculo até 2030.

Na prática, o profissional não se mostrou nada diferente daquilo que havia sido visto pelo seu antecessor Dorival Júnior.

E vejam que Ancelotti recebe mais de R$ 5 milhões por mês.

O presidente da CBF Samir Araújo Xaud não teve a capacidade de avaliar que o problema do futebol brasileiro é jogador, e não treinador.

OUTRA TRAPALHADA

Agora, está passando batido essa ‘trapalhada’ de quase paralisar o Campeonato Brasileiro neste final de semana, para se priorizar jogos da etapa semifinal da Copa do Brasil.

Do Brasileirão foi programado apenas o jogo entre Coritiba e Vitória, na tarde deste sábado, com vantagem dos paranaenses por 2 a 0.

Pela Copa do Brasil, as duas partidas estão marcadas para este domingo, com Palmeiras e Vasco às 16h, enquanto Grêmio e Atlético Mineiro começam a duelar a partir das 18h30.

Quer dizer que o interesse de quatro clubes se sobrepõe a

maioria da competição?

Uma coisa é a programação de jogos aos sábados e domingos; outra no transcorrer da semana.

MÍDIA SILENCIOSA

Se o torcedor tem mais tempo disponível nos finais de semana, a maioria deveria ser contemplada, comparativamente à agenda no transcorrer da semana.

Esse e outros absurdos são constatados na administração de Samir Araújo Xaud, e não vejo a mídia que não poupava a CBF se manifestar.

Sim, outros tempos!