Perfis do Brasileirão e Copa do Brasil tiram naming rights de bets
A MP estabelece que materiais publicitários e marcas de patrocínio de empresas de apostas devem ser retirados até o dia 5 de outubro, às 23h59
Diante da determinação, a CBF retirou a marca da Betano, detentora dos naming rights, dos perfis das competições nas redes sociais
Campinas, SP, 1 (AFI) – A Medida Provisória (MP) publicada pelo Governo Federal na última sexta-feira, dia 25, determinou a suspensão das atividades das casas de apostas no país. A decisão afetou diretamente o futebol brasileiro, incluindo os contratos de naming rights do Campeonato Brasileiro e da Copa do Brasil.
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A MP estabelece que materiais publicitários e marcas de patrocínio de empresas de apostas devem ser retirados até o dia 5 de outubro, às 23h59. A partir de 6 de outubro, as plataformas de apostas deverão ser bloqueadas no país.
Diante da determinação, a CBF começou a adaptar sua comunicação e retirou a marca da Betano, detentora dos naming rights, dos perfis oficiais do Campeonato Brasileiro e da Copa do Brasil nas redes sociais. Além disso, principalmente na segunda competição, as publicações produzidas pelos perfis já não apresentam mais publicidades relacionadas à casa de apostas.
A Betano adquiriu os naming rights da Copa do Brasil em 2023, quando passou a integrar o nome oficial da competição, que passou a adotar o nome Copa Betano do Brasil. No Brasileirão, o acordo foi firmado em 2024, substituindo a rede atacadista Assaí.
Como a MP foi publicada durante a Data Fifa, as competições estavam paralisadas e ainda não houve jogos após a decisão do governo. Nesta sexta-feira, 2, porém, a bola volta a rolar pelo Campeonato Brasileiro, com o duelo atrasado entre São Paulo e Santos, válido pela 21ª rodada. A partida será a primeira de uma das duas competições após a determinação envolvendo as casas de apostas.
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A medida atinge uma parcela significativa do futebol nacional. Na Série A do Campeonato Brasileiro, 14 dos 20 clubes têm empresas do setor de apostas como patrocinadoras máster. Embora o prazo para adequação ainda não tenha terminado, algumas equipes, assim como a CBF, já começaram a se adaptar à nova realidade.





































































































































