Durante a parada técnica do primeiro tempo, Kleina manuseou uma caixinha com botões para mostrar estratégia tática.
O técnico Gilson Kleina 'rouba' a cena ao tentar ensinar estratégias a jogadores da Ponte Preta na derrota para o Botafogo-SP.
Por ARIOVALDO IZAC
Campinas, SP, 29 (AFI) – Nesta esperada derrota da Ponte Preta para o Botafogo por 2 a 0, em Ribeirão Preto, na noite desta terça-feira, o ‘hilário’ foi o seu treinador Gilson kleina, durante a parada técnica do primeiro tempo, manusear uma caixinha com botões para mostrar estratégia tática aos seu jogadores.
Kleiiiiina!
Estratégia tática para um time cuja defesa só dá chutões? Meio de campo que abusa de erros e passes? Ataque inoperante, apesar da disposição do centroavante Brandão?
Na postagem anterior, foi citado que não havia nada a se considerar a respeito da Ponte Preta, sobre esse jogo contra o Botafogo, que também não está lá essas coisas.
Vale-se de uma ou outra jogada individual de Zé Hugo, e no segundo tempo se preocupou basicamente em administrar a vantagem.
BOLA NO TRAVESSÃO
Durante o primeiro tempo, casualmente a Ponte Preta ameaçou a meta botafoguense apenas em uma ocasião.
Foi numa falha do goleiro Victor Souza, do Botafogo, que rebateu mal uma bola levantada pelo polivalente Danilo Barcelos, em cobrança de falta, e na sobra o volante Rodrigo Souza chutou e atingiu o travessão.
No segundo tempo, registro para duas defesas do goleiro Vinícius Ferrari e bola na trave esquerda dele, após cruzamento de Pedrinho e cabeceio de Hygor, aos 43 minutos.
Estaria o torcedor pontepretano conformado com essa lástima?

Foto: João Victor Menezes de Souza – Ag. Botafogo
NADA DE ENTREGAR O ‘OSSO’
O vice Marco Eberlin e seus pares de diretoria não entregam o ‘osso’ por qual motivo?
Ainda esperam que a Justiça possa modificar aquela derrota que sofreram sobre a proposta de SAF?
Seria a dor de um orgulho ferido entregar o clube para adversários ?
Quem sofre com isso é o torcedor pontepretano, que por culpa da atual diretoria vive momento de ‘chacota’ de seu maior rival, o bugrino.





































































































































