Presidente do Manchester City reage sobre condenação
O empresário emiradense Khaldoon Al Mubarak divulgou uma carta aberta aos torcedores e mostrou confiança em reverter a decisão.
O mandatário da equipe destacou que não pôde divulgar mais detalhes do processo em razão da confidencialidade jurídica
São Paulo, SP, 26 (AFI) – Neste sábado (26), o presidente do Manchester City se pronunciou após o clube ser considerado culpado em 114 das 115 acusações por violar regras financeiras da Premier League. O empresário emiradense Khaldoon Al Mubarak divulgou uma carta aberta aos torcedores e mostrou confiança em reverter a decisão.
“Após as notícias de sexta-feira, muitos de vocês devem ter passado a noite respondendo a perguntas, mensagens de amigos, familiares e colegas. Eu também. Eis o que eu disse à minha família: o processo da Premier League ainda tem um longo caminho a percorrer, e nossa confiança e determinação em provar a inocência do clube continuam tão fortes quanto no início de tudo isso”.
O mandatário da equipe destacou que não pôde divulgar mais detalhes do processo em razão da confidencialidade jurídica. “O sigilo absoluto do processo legal e nossa determinação em respeitá-lo me impedem de fazê-lo neste momento. Mesmo esta carta passou por diversas verificações legais para garantir sua conformidade.
Embora o clube esteja envolvido na polêmica, Khaldoon Al Mubarak aproveitou a carta para chamar a torcida para o compromisso diante do Paris Saint-Germain na Champions League. A partida está agendada para o dia 14 de outubro, no Etihad Stadium, pela segunda rodada da competição continental.
MAIS DETALHES
A grande parte das infrações do Manchester City se concentram entre 2009 e 2018 e as acusações foram apresentadas em fevereiro de 2023. O julgamento começou em setembro de 2024 e terminou em dezembro do mesmo ano. A comissão ainda analisava o caso antes de divulgar o veredito.
Entre as infrações estão: informações financeiras imprecisas, receitas de patrocínios relacionadas aos proprietários do clube e a falta de transparência em pagamentos a jogadores e ao técnico Roberto Mancini.
O processo também detalha a relação do clube com a investigação. No caso, o City foi considerado culpado por não fornecer documentos e informações solicitados pela Premier League.





































































































































