Jean Irmer avalia estreia de Louzer no Criciúma e projeta clássico
Além da rivalidade histórica, o confronto marca a estreia do técnico Umberto Louzer, contratado até o fim do ano para substituir Eduardo Baptista
Foi justamente no triunfo do primeiro turno que o Criciúma iniciou uma impressionante marca de 15 jogos de invencibilidade, arrancada que o levou ao topo da tabela
Criciúma, SC, 25 (AFI) – Pressionado por uma sequência de três tropeços consecutivos na Série B, o Criciúma renova suas forças para o decisivo clássico de domingo (27), às 11h, contra o Avaí, no Heriberto Hülse.
Além da rivalidade histórica, o confronto marca a estreia do técnico Umberto Louzer, contratado até o fim do ano para substituir Eduardo Baptista na missão de conduzir o Tricolor de volta à Série A.
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A chegada do novo comandante renovou o ânimo do elenco, que busca sair dos 47 pontos e se consolidar no G-6 da competição. Em entrevista coletiva, o volante Jean Irmer exaltou a escolha da diretoria e ressaltou o clima de mudança nos bastidores tricolores:
“Uma excelente escolha. […] Fico feliz, é inicio de um novo tempo. É nítido que temos a entrada de um novo tempo no clube. Não tem como achar que será um mais um dia qualquer.”
BUSCA POR ARRANCADA
O duelo contra o Avaí traz lembranças positivas ao torcedor. Foi justamente no triunfo do primeiro turno que o Criciúma iniciou uma impressionante marca de 15 jogos de invencibilidade, arrancada que o levou ao topo da tabela. Ciente da urgência do momento, Jean Irmer deixou o pragmatismo de lado ao projetar o embate:
“Clássico não se joga, se ganha. Principalmente no momento em que estamos agora, acredito que seja o mesmo cenário do primeiro turno, foi ali que a gente começou a nossa guinada para sequência de vitórias. Neste momento, não é questão de qualidade ou o que vai fazer, se for para jogar feio e ganhar o jogo, eu prefiro jogar feio e ganhar o jogo. […] Maior respeito do mundo ao Avaí, aos atletas, só que a gente tem que entender a nossa realidade, e uma vitória é primordial dentro de casa para trazer o nosso torcedor para nós.”
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SAÍDA CONTURBADA
O meio-campista também revelou que o grupo não teve a oportunidade de se despedir de Eduardo Baptista, que acertou sua ida para o Internacional logo após a derrota para o Operário-PR:
“Não conversamos. Pelo o que me indica ele já estava em Porto Alegre quando a gente se reapresentou, não tivemos essa oportunidade de falar e nem agradecer. Querendo ou não, é um treinador que nos levou até o momento que estamos hoje, mas é uma coisa que pegou a gente bem de surpresa, realmente não imaginava e não esperava, mas sendo muito sincero dentro do meu ponto de vista, é uma coisa muito natural dentro do futebol e para nós como jogadores, cabe simplesmente ressignificar. Ponto. Vira página. Vamos para o próximo treinador, ajudar ele o máximo possível.”





































































































































