Ponte Preta pode bater recorde negativo histórico na Série B
A Ponte Preta não supera o Tigre do ABC desde 25 de fevereiro de 2017, quando venceu por 1 a 0, também no Majestoso, pelo Campeonato Paulista
Caso não vença, a Ponte atingirá a marca de 20 jogos seguidos sem vitória, assumindo isoladamente o topo do ranking de maior seca na Era dos Pontos Corridos
Campinas, SP, 03 (AFI) – A Ponte Preta entra em campo neste domingo (06), às 18h30, no Moisés Lucarelli, vivendo a ameaça iminente de registrar a pior marca da história da Série B do Campeonato Brasileiro na era dos pontos corridos, iniciada em 2006. Válido pela 26ª rodada da competição, o duelo contra o São Bernardo pode selar um capítulo incômodo na trajetória do clube campineiro.
Acumulando uma incômoda sequência de 19 partidas sem triunfar no torneio nacional, a Macaca igualou o jejum do ABC na edição de 2015. Caso tropece novamente diante de sua torcida em Campinas, a equipe atingirá a marca de 20 jogos seguidos sem vitória, assumindo isoladamente o topo do ranking de maior seca na Era dos Pontos Corridos.
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O desafio alvinegro ganha contornos ainda mais complexos ao analisar o histórico recente de embates diretos contra a equipe do ABC Paulista. A Ponte Preta não supera o Tigre do ABC desde 25 de fevereiro de 2017, quando venceu por 1 a 0, também no Majestoso, pelo Campeonato Paulista.
Desde então, os clubes se enfrentaram em nove oportunidades, com amplo domínio do São Bernardo: seis vitórias e três empates — sendo que os três duelos mais recentes terminaram em triunfo da equipe paulista.
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Curiosamente, no último triunfo campineiro sobre o rival de domingo, o comando técnico da Macaca também era exercido por Gilson Kleina, treinador que liderou o grupo até o vice-campeonato estadual daquele ano diante do Corinthians.
PROFISSIONAIS DE VOLTA
Gilson Kleina fará apenas sua segunda partida nesta nova passagem pelo Majestoso. A reestreia ocorreu no último domingo, em Belo Horizonte (MG), quando a Ponte foi derrotada por 2 a 0 pelo América-MG.
Naquela ocasião, a diretoria precisou ir a campo com uma formação composta integralmente por atletas das categorias de base para evitar a derrota por W.O., em decorrência da paralisação do elenco profissional motivada por salários atrasados.





































































































































