Arthur Elias completa três anos na Seleção Feminina com números expressivos

Técnico soma 48 jogos, dois títulos, vitórias inéditas e diversificação do elenco no comando da Amarelinha.

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São Paulo, SP, 01 (AFI) – O técnico Arthur Elias completou três anos no comando da Seleção Feminina nesta terça-feira. Contratado em 1º de setembro de 2023, o treinador acumula números expressivos e feitos históricos à frente da Amarelinha, com 99 atletas convocadas, 48 jogos, dois títulos e vitórias inéditas contra potências do futebol feminino.

A trajetória é marcada pela diversificação do elenco, pelo estilo ofensivo e pela evolução nos resultados. Arthur Elias consolidou uma nova fase da Seleção Feminina, com impacto dentro e fora de campo.

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NÚMEROS DA ERA ARTHUR ELIAS

Em 48 partidas, a Seleção Feminina venceu 31, empatou cinco e perdeu 12. O ataque marcou 109 gols, enquanto a defesa sofreu 49. A média de gols por jogo também cresceu ao longo das temporadas, passando de 1,8 em 2023 para 2,5 em 2026.

“Tenho orgulho de conduzir nossa seleção e a certeza que já marcamos uma fase importante com impacto muito positivo na história do futebol feminino brasileiro. Sinto que é uma missão de vida que recebi e nós chegaremos prontos para o maior desafio, que é a Copa no próximo ano”, resumiu Arthur Elias.

CONQUISTAS E MARCAS HISTÓRICAS

O primeiro grande teste foi a Copa Ouro da CONCACAF de 2024, quando o Brasil chegou à final, mas perdeu para os Estados Unidos. Meses depois, nos Jogos Olímpicos de Paris, a Seleção conquistou a medalha de prata, igualando os melhores resultados da história em 2004 e 2008.

Em 2025, Arthur Elias conduziu o Brasil à conquista da Copa América de forma invicta. O título garantiu vaga na Copa do Mundo de 2027 e consolidou a soberania sul-americana da equipe. Antes disso, a Amarelinha venceu os Estados Unidos pela primeira vez, em território norte-americano, e repetiu o feito no Brasil.

ELENCO DIVERSIFICADO E CONFRONTOS DE ALTO NÍVEL

Desde setembro de 2023, Arthur Elias fez 21 convocações e chamou 99 atletas, com média de idade de 26 anos. As jogadoras representam 41 clubes de 31 cidades e nove países. O Brasil enfrentou 25 seleções diferentes no período, com Japão e Estados Unidos como adversários mais frequentes.

“Nós temos muitas opções e isso é bom, mas não é fácil. Sempre tivemos um amplo leque de atletas, por merecimento de atuação em seus clubes. Agora vamos entrar nessa linha de ter mais tempo com um grupo mais repetido”, adiantou o treinador.

ONDE JOGAM AS CONVOCADAS

O mercado de atuação das atletas também reflete a diversidade do ciclo. Mais da metade das convocadas atua no Brasil, seguido por Estados Unidos e Espanha. A lista inclui ainda clubes de México, França, Inglaterra, Portugal, Arábia Saudita e Alemanha.

A comissão técnica agora concentra esforços na preparação para a Copa do Mundo de 2027. O objetivo é chegar ao torneio com uma base consolidada e um elenco pronto para brigar pelo título inédito.

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