Árbitro relata na súmula confusão no jogo entre Gama e ASA
Segundo o árbitro catarinense, o tumulto começou aos 43 minutos do segundo tempo, quando o atacante Luan (nº 09), do Gama, foi expulso
Conforme o relatório, após a expulsão e com o jogo paralisado, Luan correu em direção aos atletas visitantes e deu um soco na cabeça do goleiro Rafael
Gama, DF , 31 (AFI) – O árbitro Gustavo Ervino Bauermann detalhou toda a situação e o tumulto na súmula do jogo. O ASA havia vencido a partida de ida por 2 a 0, garantiu a vaga e fará a final contra o Uberlândia, que passou pelo ABC após empatar por 1 a 1 em Natal neste fim de semana e vencer por 1 a 0 em Uberlândia, no jogo de ida. O primeiro jogo da final será em Arapiraca, e o segundo, em Uberlândia.
Segundo o árbitro catarinense, o tumulto começou aos 43 minutos do segundo tempo, quando o atacante Luan (nº 09), do Gama, foi expulso com cartão vermelho direto por desferir uma cotovelada no peito do adversário Allef (nº 08), fora da disputa de bola.
Conforme o relatório, após a expulsão e com o jogo paralisado, Luan correu em direção aos atletas visitantes e deu um soco na cabeça do goleiro Rafael (nº 01).
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Em seguida, de acordo com a súmula, o mesmo jogador desferiu um soco na cabeça de Richard Franco (nº 18) e, logo depois, atingiu com um soco o rosto do técnico do ASA, Itamar Schülle. Antes de sair, Luan ainda deu outro soco na cabeça de Allef (nº 08).
Segundo o árbitro, a atitude gerou uma briga generalizada entre as equipes. Luan só deixou o local após ser contido por atletas e membros das comissões técnicas, sendo necessária a entrada do pelotão de choque da Polícia Militar no gramado.
Conforme o documento da arbitragem, durante a confusão, Daniel Henrique (nº 14), também do Gama, recebeu cartão vermelho direto por conduta violenta ao dar um soco na cabeça do adversário Roni Lobo (nº 15) e outro soco na cabeça do goleiro Rafael (nº 01).

CONFUSÃO NA TORCIDA TAMBÉM
Segundo a súmula, ocorreram ainda outras intercorrências no estádio. Houve arremesso de copos com líquido, vindos da torcida do Gama, em direção ao gramado. Segundo o árbitro, um homem usando uma camisa do Gama invadiu o campo e empurrou jogadores visitantes. Ainda conforme relatado pelo árbitro, a torcida mandante tentou invadir o gramado, sendo contida pela segurança privada.
Segundo o árbitro, a paralisação teve início aos 43 minutos e impediu a sinalização dos acréscimos. Conforme consta na súmula, o jogo foi encerrado definitivamente aos 51 minutos e 50 segundos do segundo tempo, após o comandante do pelotão de choque da Polícia Militar informar que não era possível garantir a segurança para o restante da partida.






































































































































