Ponte Preta leva time formado na base e tenta evitar marca histórica
O time não vence há 18 partidas e, caso não consiga superar o América-MG, chegará a 19 jogos consecutivos sem triunfar
Em meio à paralisação do elenco profissional por causa dos salários atrasados, o clube precisará recorrer aos jogadores das categorias de base para entrar em campo
Campinas, SP , 30 (AFI) – A Ponte Preta vive um dos momentos mais delicados de sua história e terá um cenário incomum para enfrentar o América-MG neste domingo (30), pela 25ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro.
Em meio à paralisação do elenco profissional por causa dos salários atrasados, o clube precisará recorrer aos jogadores das categorias de base para entrar em campo.
CRISE
Além da crise fora das quatro linhas, a Ponte também tenta interromper uma sequência extremamente negativa na competição. O time não vence há 18 partidas e, caso não consiga superar o América-MG, chegará a 19 jogos consecutivos sem triunfar, igualando o pior jejum da história da Série B, registrado pelo ABC em 2015.
A campanha da equipe campineira até aqui é preocupante. Em 24 rodadas, foram 18 derrotas e apenas três vitórias, com 10 pontos conquistados em 72 possíveis. O aproveitamento é de aproximadamente 13%, números que colocam a Ponte na última posição da tabela.
LANTERNA
Mesmo com a situação complicada, existe uma possibilidade de deixar a lanterna nesta rodada. O América-MG tem 11 pontos, apenas um a mais que a equipe campineira, e também aparece entre os principais candidatos ao rebaixamento. Os dois clubes já ultrapassaram a marca de 99% de risco de queda.
A partida também marca um capítulo particular da crise pontepretana. Com o elenco principal parado, o clube levou apenas jogadores formados em suas categorias de base para o compromisso em Belo Horizonte, numa tentativa de evitar um W.O. na competição.





































































































































