Diretor de futebol do Goiás pretende protestar na CBF contra arbitragem
Michel Alves, criticou a condução da partida por Lucas Paulo Torezin e e apontou dois lances que, na avaliação do dirigente, tiveram influência no resultado
"O jogador do Criciúma levanta a perna. Acho que talvez não foi pênalti, mas foi falta. Ele assumiu que foi falta. Por que que ele não deu falta? Isso custa caro
Goiânia, GO, 17 (AFI) – A derrota para o Criciúma por 1 a 0, no último sábado, pela 22ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro, não encerrou a bronca do Goiás com a arbitragem. O clube pretende apresentar uma representação à CBF contra a atuação do árbitro Lucas Paulo Torezin.
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O diretor de futebol esmeraldino, Michel Alves, criticou a condução da partida e apontou dois lances que, na avaliação do dirigente, tiveram influência no resultado. Um deles envolveu o meia Rómulo Otero, do Criciúma, que já tinha cartão amarelo e cometeu uma falta dura ainda na etapa inicial, mas não foi advertido novamente.
O outro episódio aconteceu em uma disputa envolvendo Wellington Rato na entrada da área do Criciúma. Embora tenha admitido que a jogada pode ter ocorrido fora da área e, portanto, não caracterizar pênalti, Michel Alves entende que a falta deveria ter sido marcada.
“O jogador do Criciúma levanta a perna. Acho que talvez não foi pênalti, mas foi falta. Ele assumiu que foi falta. Por que que ele não deu falta? Isso custa caro para o Goiás. Somos uma equipe grande, que tem objetivos na competição. Foram dois lances capitais que prejudicaram o Goiás. E o que que acontece? Nada!”, afirmou.
A ausência do segundo cartão para Otero também gerou questionamentos sobre a atuação dos demais integrantes da arbitragem. Para Michel Alves, o lance deveria ter sido identificado por algum dos auxiliares caso o árbitro principal não tivesse condições de enxergá-lo.
“Por que que ele não deu o segundo cartão (para Otero)? Porque ele não viu. Mas se ele não viu, o que ele está fazendo em campo? Aí tem o quarto árbitro e os bandeiras, que também não viram. O que eles estão fazendo no jogo? Isso é muito sério”, criticou.
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O dirigente ainda fez observações sobre a condição física apresentada por Torezin durante a partida. Segundo Michel Alves, o comportamento do árbitro em campo também será incluído nos questionamentos feitos pelo Goiás à entidade.
“Que entre o quarto árbitro e que ele (Torezin) peça para sair se ele não tiver condição. É só a gente olhar ele ‘trotando’ com a perna mancando. Vamos fazer uma representação na CBF. Temos uma decisão terça-feira em casa e contamos com o apoio de todos”, declarou.
PRÓXIMO COMPROMISSO
O Goiás terá pouco tempo para deixar a polêmica de lado e voltar a pensar na Série B. O Esmeraldino entra em campo nesta terça-feira (18), em casa, em duelo contra o Juventude, às 21h35, buscando recuperação após a derrota para o líder Criciúma.





































































































































