Jô relembra festas com Ronaldinho e problemas com bebida
O ex-atacante Jô concedeu uma entrevista ao portal Ge, onde abordou alguns temas que cercaram sua carreira de mais de 20 anos no futebol
Ele falou sobre seus problemas com o álcool e da sua relação com Ronaldinho Gaúcho
São Paulo, SP , 14 (AFI) – O ex-atacante Jô concedeu uma entrevista ao portal Ge, onde abordou alguns temas que cercaram sua carreira de mais de 20 anos no futebol. Ele falou sobre seus problemas com o álcool e da sua relação com Ronaldinho Gaúcho.
“Acho a palavra ‘alcoólatra’ muito forte, o caso era mais de que não tinha controle. Não era todos os dias (que bebia), mas, quando acontecia, eu não tinha freio. Talvez os profissionais de saúde digam: ‘mas isso aí é alcoolismo’. No meu entendimento como ser humano, acho que não era. Hoje, graças a Deus, tenho esse controle, mas foi bem complicado”, revelou o ex-jogador.
Além da bebida, Jô teve problemas judiciais na reta final da carreira e foi preso cinco vezes por não pagar pensão alimentícia. Ao todo, ele possui oito filhos de cinco relacionamentos.
“A rede social nada mais é do que um tribunal, com um monte de juízes te julgando o tempo inteiro sem te conhecer, sem saber a situação ou a história real. Não é uma situação confortável, mas, graças a Deus, consigo lidar com isso melhor do que imaginava. Hoje vou administrando para que esse tipo de problema não aconteça mais”, disse.
Futebol Interior está nos Canais do WhatsApp. Participe agora!
JÔ E RONALDINHO
Ainda na entrevista ao Ge, o ex-atacante, de 39 anos, relatou sobre sua proximidade com Ronaldinho, que atuaram juntos no Atlético-MG entre 2012 e 2014.
“O Ronaldinho é um cara super tranquilo. O negócio dele é ficar sentado, tocando o pagode dele com os amigos. Tem gente que imaginava as festas dele como as piores festas do mundo, com bagunça total. Ele fica no canto dele, toma a bebida dele, a gente faz um pagode, conversa com os amigos, dá risada. Essa é a festa que ele faz. O resto é folclore. Já aconteceu de ficarmos dois ou três dias lá, mas ele não obriga ninguém a ficar. A gente ficava porque queria, porque o ambiente era bom”, contou.
Revelado pelo Corinthians, Jô foi negociado com o CSKA Moscou, da Rússia, em 2006. Após passagem por Manchester City, Everton e Galatasaray, ele retornou ao Brasil para atuar no Internacional.
No Atlético-MG, o ex-jogador conquistou a Copa Libertadores e a Copa do Brasil, além de outros três títulos. Após brilhar no futebol asiático, Jô foi fundamental na conquista do Brasileirão de 2017, pelo Corinthians. Seu último clube foi o Itabirito, de Minas Gerais, no ano passado.





































































































































