Guto Ferreira cobra força mental dos jogadores do Vila Nova
Após a segunda derrota seguida, o treinador ressaltou que o grupo não pode se deixar levar pela sequência negativa
"Nós temos que nos reerguer e voltar a ser o que a gente já foi. Para isso, o nosso mental precisa crescer de novo, precisa se fortalecer de novo."
Goiânia, GO, 10 (AFI) – O Vila Nova atravessa seu primeiro momento de maior instabilidade na Série B do Campeonato Brasileiro. O time colorado perdeu os dois últimos compromissos, para CRB e Sport, e viu acabar a invencibilidade que mantinha como mandante. Apesar disso, o técnico Guto Ferreira quer evitar que os resultados aumentem a pressão sobre o elenco.
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A derrota mais recente aconteceu no sábado, quando o Vila Nova foi superado pelo Sport por 1 a 0, no OBA, pela 21ª rodada. O resultado manteve o time goiano com 34 pontos e na quinta colocação, embora a equipe ainda possa perder uma posição com o complemento da rodada.
Para Guto, o momento exige principalmente uma recuperação no aspecto psicológico. O treinador reconheceu a queda de rendimento, mas pediu que o elenco não permita que a sequência negativa afete a confiança construída ao longo da competição.
“Pressão tem todo dia, toda hora, você ganhando ou perdendo. A gente não pode entrar nesse tipo de conversa. Se a gente se alimentar disso, o nosso mental começa a jogar para baixo. E nós temos que jogar para cima e não para baixo. Acho que esse foi um dos passos importantes no início do trabalho. Agora deu uma queda, coisa que ia acontecer. Nós temos que nos reerguer e voltar a ser o que a gente já foi. Para isso, o nosso mental precisa crescer de novo, precisa se fortalecer de novo.”
CLÁSSICO COMO CHANCE DE REAÇÃO
O Vila Nova terá pela frente justamente um adversário conhecido para tentar interromper a sequência negativa. No próximo sábado, o Colorado visita o Atlético-GO, no Estádio Antônio Accioly, pela 22ª rodada da Série B.
Guto Ferreira reconhece que o mando pode dar uma vantagem ao rival, mas vê o clássico como uma partida diferente, na qual o momento das equipes pode ter menos peso. Por isso, o treinador entende que o confronto pode servir como ponto de partida para uma reação.
“O clássico é sempre muito difícil, divide bastante a responsabilidade. O jogo é em Goiânia, eles vão estar nos domínios deles, pode ter um leve favorecimento, mas, como eu falo, clássico é clássico. Então, tudo pode acontecer. O que nós temos que fazer é nos preparar da melhor maneira possível. Não podemos nos jogar para baixo, não podemos aceitar essa situação. Temos que reverter e chegar fortes, porque é difícil, mas uma vitória no clássico já começa a reverter tudo.”
AGENDA
O Vila Nova terá a semana livre para trabalhar antes do duelo, que será no sábado (15), às 16h. A equipe tenta recuperar o desempenho que a colocou entre os primeiros colocados e voltar a se aproximar do G-4, zona que garante acesso à elite do futebol brasileiro.





































































































































