Rômulo Amaro é reeleito no Guarani após chapa rival ser impugnada
Avante Meu Bugre recebeu 275 votos após oposição ter candidatura impugnada no Brinco de Ouro.
Rômulo Amaro foi reeleito presidente do Conselho de Administração do Guarani para o triênio 2026 a 2028, após impugnação de chapa rival.
Campinas, SP, 26 (AFI) – Rômulo Amaro, da chapa Avante Meu Bugre, foi reeleito presidente do Conselho de Administração do Guarani para o triênio 2026 a 2028. Adriano Marconatto e Erik Franco serão os vice-presidentes.
Na verdade, Amaro teve ratificado seu nome, uma vez que tinha sido eleito numa primeira votação, porém, obrigado a refazer a eleição por uma questão quase que burocrática.
A anulação da eleição aconteceu em dezembro.
A Assembleia Geral foi realizada neste domingo, no Brinco de Ouro. Antes da eleição, os associados analisaram recursos contra candidaturas e mantiveram, por maioria, a impugnação da chapa Meu Bugre Forte, liderada por Felipe Roselli.
IMPUGNAÇÃO DA CHAPA
Com a decisão, a chapa de oposição ficou fora das disputas pelos Conselhos de Administração, Deliberativo e Fiscal. A Avante Meu Bugre recebeu 275 votos na eleição presidencial.
De acordo com o clube, foram registrados 413 votos no pleito do Conselho de Administração. Houve 138 votos brancos e nulos, dos quais 131 tinham sido destinados à chapa Meu Bugre Forte, liderado por Felipe Roselli, e foram anulados após a impugnação.

CONSELHOS ELEITOS
No Conselho Deliberativo, a Avante Meu Bugre conquistou 30 cadeiras. A chapa Renova Guarani ficou com 11 lugares, enquanto a Pró Guarani elegeu nove representantes.
O Conselho Fiscal terá três integrantes da Renova Guarani:
- Enrico Sartori,
- Maria Cristina Siqueira e
- Ricardo Sagula.
A Avante Meu Bugre elegeu dois integrantes:
- Alexandre Pierro e
- Max Souza da Silva.
POSSE DOS ELEITOS
Os eleitos devem tomar posse nesta semana, conforme o cronograma da comissão de eleição.
PRIMEIRA ELEIÇÃO FOI ANULADA. ENTENDA !
A primeira eleição foi impugnada em despacho assinado pela juíza Ana Lia Beall, da 11ª Vara Cível de Campinas, em 15 de abril. Ela suspendeu a posse dos membros eleitos, mas em seguida manteve os atuais ocupantes dos cargos até a realização de novas eleições para o clube não ficar sem representatividade.
A direção do Guarani contestou a decisão por um novo pleito, mas teve o recurso negado no Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP). O relator Enéas Costa Garcia, da 1ª Câmara de Direito Privado, indeferiu o pedido de efeito suspensivo. Em seguida, o clube cumpriu os prazos judiciais e estatutário e marcou novas eleições para 26 de julho, realizada neste domingo.





































































































































