Ganhe quem ganhar, a conversa, prioritariamente, é SAF & SAF, como se não tivesse outra alternativa para a estabilidade
Nova eleição no Guarani, a partir das 9h30 deste domingo, em cumprimento a uma determinação da Justiça. E daí
Campinas, SP, 25 (AFI) – Nova eleição no Guarani, a partir das 9h30 deste domingo, em cumprimento a uma determinação da Justiça. E daí?
O que muda?
Ganhe quem ganhar, a conversa, prioritariamente, é SAF & SAF, como se não tivesse outra alternativa para que o clube seja reconduzido à estabilidade, quando atingir a Série B do Brasileiro.
CADÊ OS BUGRINOS INFLUENTES?
Conversando com o amigo Raul Celestino Soares, que já ocupou a presidência do Conselho Deliberativo do Guarani, foi pontuado que bugrinos, que poderiam ser incisivos num processo de recondução ao lugar que o clube merece, se abstiveram do processo desde o início.
Assim, sobraram como opções a busca de reeleição do presidente Rômulo Amaro, e o oposicionista Felipe Roselli.
A certeza é que ambos não são familiarizados com a essência do futebol.
Logo, seja um, seja outro o eleito, decisões ligadas ao futebol vão ser repassadas a terceiros, um episódio lamentável para um clube que já contou com gente do ramo neste aspecto.
DE VOLPÃO A BETO ZINI
Recapitulemos a década de 60 do século passado, quando o diretor de futebol era Volpe Penteado, o Volpão.
Nos anos 70, o clube foi entregue aos aplaudidos e saudosos Ricardo Chuffi e Michel Abib.
Nas duas décadas seguintes, o clube foi bem representado pelos presidentes Antônio Tavares Júnior e Beto Zini.
Depois disso, aos ‘trancos e barrancos’ o Guarani perdeu o seu estádio, e por isso há um clamor no clube por SAF, como se ela fosse a solução para os problemas.
Será?





































































































































