Série B: Eduardo Barros admite baixa do Cuiabá: "Incompetentes"
Eduardo Barros analisou o momento do Dourado, assumiu a responsabilidade pelo tropeço e cobrou uma reação imediata
O revés diante da torcida sacramentou o pior desempenho do Cuiabá em um primeiro turno de Série B
Cuiabá, MT, 24 (AFI) – O encerramento da primeira metade da Série B do Campeonato Brasileiro veio acompanhado de forte autocrítica no Cuiabá. Após a derrota em casa por 1 a 0 diante do Atlético-GO, na Arena Pantanal, o técnico Eduardo Barros analisou o momento do Dourado, assumiu a responsabilidade pelo tropeço e cobrou uma reação imediata no returno.
Com a sequência indigesta de três jogos sem vencer e dois sem balançar as redes, o clube encerrou o turno na 15ª colocação, somando 24 pontos , quatro acima do Z-4 e a seis de distância do G6.
Futebol Interior está nos Canais do WhatsApp. Participe agora!
O revés diante da torcida sacramentou o pior desempenho do Cuiabá em um primeiro turno de Série B, superando negativamente as marcas obtidas em 2019, 2020 (ano do acesso) e 2025.
Apesar de ostentar a terceira melhor defesa do torneio com 14 gols sofridos, a equipe amarga o terceiro pior ataque (14 gols), ao lado da Ponte Preta e à frente apenas do lanterna América-MG. Ao avaliar a oscilação recente, Eduardo Barros foi direto:
“Demoramos para melhorar a produtividade ofensiva e durante praticamente dois terços do primeiro turno nós fomos uma equipe muito consistente defensivamente, o que nos permitiu, engatar uma sequência de ótimos resultados, que nos tirou da parte de baixo da tabela e nos colocou em condições de se aproximar efetivamente do G-6, que é um dos nossos focos nesta competição”, relembrou o comandante, apontando o momento crítico:
“Nas últimas três partidas fomos incompetentes em diferentes circunstâncias em cada um dos jogos, seja o do São Bernardo, o do Juventude ou este de hoje em casa. Um momento de reflexões rápidas para o segundo turno que se apresenta”, desabafou.
OSCILAÇÃO COLETIVA
O treinador atribuiu parte dos tropeços recentes ao processo de reformulação e à busca por um time ideal, ressaltando que as trocas comprometeram o ritmo coletivo:
“Infelizmente, nesta reta final de primeiro turno, com chegadas de alguns jogadores, mudanças, alternâncias de desempenho, dificuldade de confirmar uma equipe titular. A equipe apresentou novamente oscilações e perdeu desempenho. E esta perda tem sido refletida nos últimos resultados”, avaliou Barros.





































































































































