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ARIOVALDO IZAC

O que levou a Ponte Preta a contratar zagueiros bem aquém do exigido?

E não venha responder que a Ponte Preta, sem recursos financeiros, foi buscar aqueles que estavam dentro da disponibilidade financeira.

O que levou a Ponte Preta a contratar zagueiros bem aquém do exigido? Como é que alguém referendou essa 'zagueirada' ruim?

Zagueiro Márcio Silva - Foto: Divulgação/Ponte Preta
Zagueiro Márcio Silva - Foto: Divulgação/Ponte Preta

Por ARIOVALDO IZAC

Campinas, SP, 23 (AFI) – Alô, alô João Brigatti, coordenador de futebol da Ponte Preta:

O ‘C’ jogou bola, foi goleiro e, pela lógica, supostamente teria condições para avaliar jogadores de defesa que a Ponte Preta contratou, indicados sei lá por quem.

Sejam de membros de comissões técnicas ou empresários, como é que você referendou essa ‘zagueirada’?

E não venha responder que a Ponte Preta, sem recursos financeiros, foi buscar aqueles que estavam dentro da disponibilidade financeira do clube.

LUCAS CUNHA, MÁRCIO SILVA E PALÁCIOS

Aí vem a discordância, porque até na Série D, de ‘dado’, tem zagueiros melhores e, de custo até inferior.

Como os ‘ceis’ botaram na cabeça para trazer Lucas Cunha, zagueiro que falha em quase todos os jogos?

Márcio Silva fez dez jogos pelo Guarani, no ano passado, e, se tivesse convencido, o clube não o colocaria na prateleira dos disponíveis.

Palácio é o ‘useiro e vezeiro’ em não guardar posição, e deixa um buraco lá atrás.

Você já esteve lá e, por ter convivido com zagueiros de diferentes níveis, pressupõe-se que teria condições de clara avaliação sobre essa becaiada que está aí.

JÚLIO COMO ÚLTIMO HOMEM

Vejam que no lance em que juizão havia mostrado o cartão vermelho para o lateral-direito Júlio – e depois reconsiderado a decisão -, o atleta era o último homem da defesa Ponte Preta.

Foi mais um descuido de marcação de uma equipe formada por três zagueiros, que deixaram o setor desguarnecido.

No lance da bola mal rebatida por Márcio Silva, onde estavam os seus parceiros Lucas Cunha e Palácios?

O indicado seria onde estava o centroavante Caio Dantas, do Operário.

Entretanto, deram liberdade para que ele pudesse arrematar e marcar o gol da vitória de seu clube.

Passe errado:
Quem critica os outros tem, por obrigação, fazer autocrítica. Citei que o goleiro Guilherme Viana teria atuado na meta da Ponte Preta, contra o Operário, mas na prática o escalado foi Vinícius Ferrari.

Série B - 2026
Vinicius Ferrari, sem culpa nos gols sofridos pela Ponte Preta.
Foto: Marcos Ribolli