É difícil dar algum tipo de esperança à torcida da Ponte Preta pela fragilidade técnica do time, vice-lanterna da Série B.
O resultado diminuiu ainda mais a esperança de que possa ocorrer ressurreição nesta Série B do Brasileiro. Uma temporada para esquecer.
Por ARIOVALDO IZAC
Campinas, SP, 18 (AFI) – Mais uma derrota da Ponte Preta. Clube que tem o zagueiro Lucas Cunha, lateral-direito Júlio, e atacantes como David da Hora e Brandão vai esperar o quê?
Mais uma derrota da Ponte Preta, agora para o Goiás por 2 a 1, na tarde deste sábado, em Campinas.
O resultado diminuiu ainda mais a esperança de que possa ocorrer ressurreição nesta Série B do Brasileiro.

ZAGUEIROS FRACOS
Como ter esperança na Ponte Preta se a composição de zagueiros – com três – não vale por um?
O mais difícil seria ela chegar ao empate ainda no primeiro tempo, quando sofreu gol logo no começo.
Pois ele ocorreu através de um pênalti convertido pelo meia Elvis aos 46 minutos.
No lance seguinte, inadmissível três zagueiros marcando em linha perderem na corrida para o atacante Kadu Souza, que enfrentou facilmente o goleiro pontepretano Guilherme Viana, com chute no canto esquerdo.
FALHA DE GUILHERME VIANA
Antes disso, logo aos seis minutos, registro para falha do goleiro Guilherme Viana, da Ponte Preta, no primeiro gol do Goiás.
Na tabela de Cadu com Kadu Souza, esse chutou no canto esquerdo, em bola plenamente defensável, mas o goleiro pontepretano aceitou, o que mostra claramente a inobservância da escolha de goleiros no elenco, pois é a segunda vez que ele volta a falhar, em poucos jogos.
Depois disso, o Goiás abaixou as linhas e a Ponte Preta passou a ter mais posse de bola.
Em decorrência disso, ocorreram duas claras oportunidades de gols, com bola sobrando para o lateral-direito Júlio que, por falta de categoria, as desperdiçou.

ÉLVIS EMPATA
Apesar da inconsistência ofensiva da Ponte Preta, o polivalente Kevyson sofreu pênalti, cometido pelo meia Lucas Lima.
A pedido do VAR, o lance foi revisado e a partida ficou paralisada por cerca de cinco minutos.
Com a confirmação, o meia Elvis, na cobrança, colocou a bola no canto esquerdo, empatando a partida.
Aí, um minuto depois, a defesa da Ponte Preta propiciou que o Goiás ficasse em vantagem
LUCAS CUNHA COMETE PÊNALTI
No início do segundo tempo, a Ponte Preta havia diminuído o ímpeto e o jogo havia ficado monótono, até que, aos 17 minutos, o fraquíssimo zagueiro Lucas Cunha correu para dar um carrinho desnecessário, quase rente a linha de fundo, e cometeu pênalti.
Ele surgiu na jogada com braços abertos e, com auxílio do VAR, o lance foi confirmado.
O jogador Cadu foi para a cobrança e chutou a bola para fora.
Depois disso, outra vez a Ponte Preta voltou a ter posse de bola, mas a incompetência ofensiva só resultou em apenas uma chance, quando Elvis exigiu defesa do goleiro Thiago Rodrigues.
Antes, aos 37 minutos, em falha de marcação do lado direito da Ponte Preta, a bola foi cruzada para o interior da área e um pé salvador de um de seus jogadores evitou que o Goiás aumentasse o placar.






































































































































