A Ponte Preta precisa de gente que aponte caminhos para solução, que saiba onde buscar recursos necessários ao clube.
O 'Fora Eberlin' passaria a ganhar consistência se pontepretanos manifestarem caminhos alternativos para amenizar o dilema na Ponte Preta
Por ARIOVALDO IZAC
Campinas, SP, 3 (AFI) – Está caindo no esquecimento o quanto o diretor de futebol da Ponte Preta pensa mais nele do que no clube.
Não nos esqueçamos que há 13 dias o polivalente Bryan Borges foi afastado do elenco, após áspera discussão com o cartola, que cobrava pagamentos de salários.
Prevaleceu o orgulho de Eberlin e que se dane a Ponte Preta.
Se o clube estivesse em situação privilegiada ainda vai, mas mesmo estando nesta ‘draga danada’ prevalece a vaidade do incompetente dirigente.
ATLETAS RECUSAM TREINAR
Quando jogadores se recusam à programação de treinamentos, como ocorreu com o elenco da Ponte Preta nesta quarta-feira, o caso é grave e futuramente eles podem se recusar a entrar em campo em dia de jogo.
Problema é que cartolas de primeiro escalão da Ponte Preta não estão nem aí com as ameaças. Estão pagando pra ver.
Entramos no mês de junho e nada de pagamento dos salários dos jogadores da Ponte Preta.
Não entra dinheiro no clube? Se entra, para onde vai?
Seria pagamento de contas de forma inadiável?
Inadiável também é regularizarem os salários dos jogadores.
AINDA FICAM CALADOS
Quem deveria se pronunciar fica calado e não se ‘toca’ que deve se mandar do clube.
A manifestação de torcedores com faixa ‘Fora Eberlin’ deve ser o início para pressionar os conselheiros, para que o clube seja passado a limpo.
Por que Marco Eberlin deixou um déficit de R$ 33 milhões no orçamento do clube, ano passado, quando era o presidente do clube?
Como a Ponte Preta pode dever tanto se não paga quem trabalha no clube?
Isso precisa ser devidamente explicado.
É o caso de um detalhamento minucioso de como foi gasto o dinheiro que entrou no clube, ano passado.
Quanto pagou para atletas que integraram o elenco em 2025?
Além do desproporcional pagamento de salário de R$ 115 mil para o fraco lateral-direito Maguinho, quantos outros atletas receberam salários desproporcionais?
CAMINHOS ALTERNATIVOS
O ‘Fora Eberlin’ passaria a ganhar consistência se pontepretanos manifestarem caminhos alternativos para amenizar o dilema.
Se ficarem apenas neste grito e desejo de renúncia da atual diretoria, sem que mostrem alternativas, então que deixem Eberlin e companhia afundarem de vez o clube.
Que Eberlin é o grande culpado pela atual situação, não resta a menor dúvida. Está claro que ele é incompetente em assunto sobre futebol e de finanças, mas não adianta apenas responsabilizá-lo pelo desastre.
A Ponte Preta precisa de gente que aponte caminhos para solução, que saiba onde buscar o dinheiro indispensável.





































































































































