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ARIOVALDO IZAC

O mais otimista bugrino jamais esperava por goleada de 5 a 0 em Maringá

Guarani teve melhor apresentação na atual Série C. Fez três gols em 19 minutos e aproveitou os espaços, como a coluna adiantou.

Com esta goleada, o Guarani ultrapassou Ypiranga, Maranhão, Maringá, Ituano e Barra. Aparece na boa quarta posição geral.

Série C - 2026
Maranhão fez gols e deu cambalhota. Foto: Luiz Viana

Por ARIOVALDO IZAC

Campinas, SP, 11 (AFI) – Foi citado aqui que, da maneira que o Maringá se expõe defensivamente, caberia ao Guarani saber explorar os espaços para buscar um resultado positivo no interior paranaense, na noite desta segunda-feira.

Todavia, o mais fanático torcedor bugrino jamais supunha que de lá o seu clube fosse conquistar uma gigantesca goleada por 5 a 0.

Isso ocorreu porque soube se organizar bem defensivamente e explorou falhas individuais de jogadores adversários.

Seja como for, o reflexo desta histórica apresentação foi o clube subir para 12 pontos, que o coloca na quarta colocação, no complemento da quinta rodada da Série C do Brasileiro.

Assim, o Guarani ultrapassou Ypiranga, Maranhão, Maringá, Ituano e Barra.

Série C - 2026
Maranhão mostrou oportunismo. Foto: Luiz Viana

PAULINHO E GUILHERME NETO COMPROMETEM

Convenhamos que uma atuação fraquíssima do lateral-esquerdo Paulinho, do Maringá, teve como consequência culpa direta dele em três dos cinco gols do Guarani.

E para culminar a noite desastrosa, ainda acabou expulso quase no final da partida.

Além dele, o goleiro Guilherme Neto teve parcela de culpa em dois gols: segundo e quarto.

MELHOR PARTIDA DA SÉRIE C

Na melhor partida do Guarani na Série C do Brasileiro, a compensação foi estabelecer o placar de 3 a 0 com 19 minutos do primeiro tempo.

No primeiro minuto, ele já desarticulou o Maringá com o gol de seu atacante Guilherme Cachoeira, em jogada pessoal sobre o lateral Paulinho, e finalização no canto direito.

Série C - 2026
Maranhão foi muito festejado pelos gols. Foto: Luiz Viana

GOLS DE MARANHÃO

Os outros dois gols naquele período foram marcados pelo centroavante Maranhão.

Primeiro aos nove minutos, em falha do goleiro Guilherme Neto, que rebateu uma falta cobrada pelo volante Carlos Eduardo, ocasião que Maranhão acompanhou a jogada, para aproveitamento.

Depois, em outra falha de Paulinho, na marcação, Cachoeira ganhou na velocidade, cruzou, e novamente Maranhão infiltrou-se entre os zagueiros, para chegar primeiro na bola e empurrá-la para a rede.

A rigor, durante todo primeiro tempo, o Maringá só exigiu defesa do goleiro bugrino Caíque França em jogada pessoal de Negueba, aos 25 minutos.

No mais, como o Guarani soube fechar os espaços defensivos, o Maringá abusou de cruzamentos, quase todos neutralizados.

ADMINISTRAR A VANTAGEM

No segundo tempo, o Guarani administrou a vantagem, enquanto o Maringá, nas chances criadas, ora parava em defesas do goleiro Caíque França, ora registro para bisonhas finalizações para fora.

O quarto gol bugrino, aos 20 minutos do segundo tempo, surgiu depois de uma falta dura do lateral Paulinho, pela direita da ofensiva.

Na ocasião, após a cobrança, o zagueiro Jonathan Costa subiu sozinho na pequena área, com o goleiro Guilherme Neto apenas assistindo.

GOL DE JOÃO PAULO

E aos 37 minutos, em bola nas costas do irregular Paulinho, o atacante Guilherme Cachoeira ganhou na corrida e cruzou, para a chegada do meia João Paulo, que apenas completou a jogada.

O resultado desanuvia aquele ambiente de desconfiança do torcedor bugrino, que havia ficado preocupado com a dificuldade de seu clube enfrentar adversários retrancados nos jogos em Campinas. Aí o espaço apareceu e foi bem explorado.