"Não é Mão Santa. É mão treinada": 7 frases de Oscar Schmidt
O "Mão Santa" tinha desenvoltura para conceder entrevistas e firmar máximas. Foi o que o moveu em uma candidatura ao Senado em 1998, por exemplo
Oscar não refutou o apelido, mas enfatizou em diferentes ocasiões que os feitos obtidos eram fruto de treinamento
Campinas, SP, 17 (AFI) – Oscar Schmidt, que morreu nesta sexta-feira, aos 68 anos, tinha desenvoltura para conceder entrevistas e firmar máximas. Foi o que o moveu em uma candidatura ao Senado em 1998, por exemplo.
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Não foram poucas as frases marcantes do ídolo do basquete brasileiro. Conhecido por “Mão Santa”, Oscar não refutou o apelido, mas enfatizou em diferentes ocasiões que os feitos obtidos eram fruto de treinamento. Era, portanto, “Mão Treinada”.
FALA, OSCAR!
“Sempre vivi para o basquete” (Estadão, 1997).
“A seleção era a coisa mais importante que havia na minha vida” (Estadão, 2024).
A insistência no quanto foi dedicado era percebida enquanto jogava e até mesmo após a aposentadoria.
“Não existe mão santa. Minha mão foi treinada. Sempre foram mais 500 arremessos ou mais por dia” (Folha de São Paulo, 1995).
“Mão Santa é o caramba! É mão treinada! Acho que ninguém treinou tanto quanto eu treinei. Você nunca pode achar que foi o suficiente. Se parar, o negócio regride. Além dos dois treinos por dia, dava mais de mil arremessos, sem folga nem nos fins de semana. Só saía da quadra depois de acertar 20 cestas seguidas. No total, acho que dava umas oito horas diárias de treino. Meus números e minha taxa de acerto foram fruto disso.” (Veja, 2013).
“Mão Santa? Quanto mais eu treino, mais a minha mão é santa. E minha carreira foi assim, muito treino, muito jogo” (TV Globo, 2016).
CÂNCER EM 2011
Em 2011, Oscar teve diagnosticado um tumor cerebral, o qual enfrentou por mais de uma década. Foram duas cirurgias e sessões de quimioterapia até estar curado.
“Esse tumorzinho pegou o cara errado” (TV Globo, 2017).
Reconhecendo que o basquete não ocupa o favoritismo no esporte brasileiro, Oscar não guardava rancor disso. Pelo contrário, ficava ainda mais satisfeito com sua posição.
“Acho normal o futebol ter mais espaço na mídia. Mas fico orgulhoso de ser ídolo do esporte no país do futebol” (Jornal do Brasil, 1999).
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