Série B: Régis abandona clínica, some do São Bento e deve ter contrato rescindido
O lateral não tem retornado às ligações do Bentão. que deve colocar um fim no vínculo
O lateral não tem retornado às ligações do Bentão. que deve colocar um fim no vínculo
Sorocaba, SP, 15 (AFI) – O lateral Régis não deve mais jogar pelo São Bento. Pela segunda vez no ano, o jogador abandonou o tratamento para combater o consumo de drogas e o alcoolismo e não apareceu mais nos treinos da equipe visando o Campeonato Brasileiro da Série B. A diretoria da equipe sorocabana tem tentado entrar em contato com o atleta, visto pela última vez no Distrito Federal, mas sem sucesso.
Apesar dos inúmeros problemas extracampo do atleta durante as passagens por São Paulo e CSA, o São Bento apostou na reabilitação do jogador e vinha arcando com o tratamento do mesmo. No entanto, o contrato estava suspenso desde a primeira vez que Régis optou por se afastar da clínica.
Além de suspender o vínculo, o São Bento afastou o jogador até que a clínica assinasse um atestado de que o lateral estava realizando o tratamento combinado e apto para entrar em campo, onde o clube luta desesperadamente para seguir na Série B do Campeonato Brasileiro. Régis, no entanto, decidiu ir para perto da família, no Distrito Federal.
O São Bento, então, estuda rescindir o contrato, até o final da temporada, com o lateral por justa causa. Com 30 anos, Régies tem passagens por Goiás, Ponte Preta, Portuguesa, Botafogo, Red Bull Brasil, Luverdense, Guarani, Bahia, São Paulo e CSA.
CASO RÉGIS
Régis, que teve passagem pelo São Paulo, usou cocaína por três anos e consumiu álcool por oito. Ele foi dispensado do São Paulo justamente por causa das faltas aos treinos.
Por causa dos transtornos de comportamento causados pela dependência, ele foi preso três vezes. Seu casamento acabou. Para evitar que sua carreira e sua vida fossem para a lata do lixo – a expressão é do próprio jogador -, ele foi morar na Casa Supera, local de reabilitação que fica em Sorocaba que adota uma metodologia nova. O dependente mora ali, não toma medicamentos e segue sua vida normal.
Os custos da casa – cerca de R$ 2.500 por mês – são bancados pelo São Bento, clube que deu uma segunda chance ao jogador, mas que agora estuda a possibilidade de encerrar o contrato do atleta.
Régis já esteve envolvido em várias confusões nos últimos anos. Ele foi preso por brigas, dirigir embriagado e até por tentar invadir um motel.





































































































































