Copa América: Rueda admite que chilenos estão longe do nível ideal

Com o treinador, são apenas cinco vitórias em 13 jogos disputados, também com quatro empates e quatro derrotas

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Com o treinador, são apenas cinco vitórias em 13 jogos disputados, também com quatro empates e quatro derrotas, o que coloca em dúvida a força da equipe na defesa dos títulos.

São Paulo, SP, 16 - À frente do Chile desde 2018, Reinaldo Rueda chegou ao Brasil com o desafio de liderar a seleção bicampeã da Copa América, mas que vive um momento difícil.

Com o treinador, são apenas cinco vitórias em 13 jogos disputados, também com quatro empates e quatro derrotas, o que coloca em dúvida a força da equipe na defesa dos títulos.

Na véspera da estreia chilena na Copa América, contra o Japão, no Morumbi, o treinador admitiu que a equipe não chega ao torneio em seu melhor momento. E revelou a preocupação com as condições físicas de alguns jogadores.

O atacante Alexis Sánchez se recuperou recentemente de lesão no joelho e não deve ter condições de atuar pelos 90 minutos. Já o atacante Nicolás Castillo ainda se recupera de lesão muscular.

Para Rueda, Chile está longe do ideal
Para Rueda, Chile está longe do ideal
LONGE DO ESPERADO
"Gostaríamos de chegar com os jogadores em outro nível. Estamos cientes de que tivemos dificuldades com nossos jogadores devido a decisões ou lesões.

Há uma porcentagem considerável de jogadores vitais que não estão no seu melhor nível.

Há alguns que terminaram (a temporada) há mais de um mês e outros com semanas de preparação diferentes. Tudo isso influencia no torneio.

Eu queria que todos fossem titulares e viessem com um nível excelente. Essa é a tarefa: tentar harmonizar", disse Rueda, em entrevista coletiva no estádio do São Paulo.

PROVÁVEL FORMAÇÃO
Embora tenha evitado confirmar a escalação do Chile, o treinador deve colocar a sua equipe em campo com a seguinte formação: Arias; Isla, Medel, Maripán e Beausejour; Pulgar, Aránguiz e Vidal; Fuenzalida, Vargas e Sánchez.

Rueda apontou o Uruguai como principal candidato ao título da Copa América, especialmente pelo longo trabalho desenvolvido pelo técnico Óscar Tabárez. E avaliou que a seleção brasileira está pressionada por ser a anfitriã do torneio.

"Para mim, o principal favorito é o Uruguai pelo grupo que tem. É o único processo coerente na América do Sul em que o trabalho do técnico foi respeitado. Ele ratificou isso na Copa do Mundo com o quinto lugar.

O Brasil tem a pressão de ser sede. Temos que saber como assimilar o momento e trabalhar intensamente", concluiu.