Família faz apelo por doação de sangue para o ex-técnico Cilinho, ainda em estado grave

Aos 79 anos ele sofreu um AVC, foi operado, já teve uma parada cardíaca e teve problemas nos rins, mas 'joga pela vida'

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Aos 79 anos ele sofreu um AVC, foi operado, já teve uma parada cardíaca e teve problemas nos rins, mas 'joga pela vida'

Campinas, SP, 29 (AFI) – Ainda internado em estado grave no Hospital da PUC Campinas, o ex-técnico Cilinho, de 79 anos, pede ajuda. Seus familiares entraram em contato hoje com a imprensa da cidade fazendo um apelo para que pessoas pudessem doar sangue em nome dele.

As doações podem ser feitas no Hemocentro do Hospital Irmãos Penteado, localizado na Avenida Júlio de Mesquita, 571. Maiores informações podem ser obtidas pelos fones (19) 2512-3399 ou (19) 2514-1555.

A falta de sangue é algo costumeiro na época mais fria, perto do inverno, mas a situação se agravou com a greve dos caminhoneiros, que praticamente parou o país. Os bancos de sangue dos hospitais estão com estoque quase zero.

ESTADO CRÍTICO
Cilinho (Otacílio Pires de Camargo) sofreu um grave AVC – Acidente Vascular Cerebral – no dia 15 de abril, tendo que passar por uma cirurgia na cabeça para redução da pressão. Desde então, ele ficou internado na UTI – Unidade de Terapia Intensiva.

Cilinho ao lado de Celso Teixeira em março de 2018
Cilinho ao lado de Celso Teixeira em março de 2018

Lá chegou a sofrer uma parada cardíaca e sobreviveu. Depois teve os rins paralisados, mas que foram recuperados com medicação. Agora ele permanece entubado, mantido vivo por aparelhos, na esperança de uma melhora.

TÉCNICO DO INTERIOR
Destaque nos times amadores de Campinas, Cilinho começou a carreira de técnico profissional na Ferroviária de Araraquara, em 1966, quando tinha apenas 27 anos.

Encerrou sua vida profissional 46 anos depois no Rio Branco de Americana. Pelo Interior ele dirigiu 10 clubes: Ferroviária, Ponte Preta (3 vezes), XV de Jaú (3 vezes), Guarani, América, Paulista, Comercial, Bragantino, São José e Rio Branco.

Além de dirigir clubes no Interior, ele só não comandou um grande clube: o Palmeiras. Passou por Santos, Corinthians e São Paulo, além da Portuguesa por duas vezes.