Pau fecha em Bragança. Técnico pede calma e ganha reforços
Bragança Paulista, SP, 19 (AFI) – A derrota do Bragantino, dentro do Marcelão, para o Criciúma, por 2 a 0, não terminou bem, nesta sexta-feira à noite, pela 12ª rodada do Campeoanto Brasileiro da Série B. Um grupo de torcedores, muito irritados, não arredou pé do estádio sem xingar alguns jogadores. Quando o atacante Malaquias saia, quase houve um conflito entre a torcida e os seguranças contratados pelo clube. O técnico Marcelo Veiga pediu calma e o presidente Marquinho Chedid confirmou que busca reforços.
Os próprios torcedores, depois, tentaram acalmar a situação. O atacante Davi, principal alvo da torcida, evitou sair pela frente dos vestiários, deixando o clima acalmar. Os protestos começaram ainda dentro do gramado, quando eles gritaram “raça, raça…”
O técnico Marcelo Veiga reconheceu o direito da torcida reclamar.
”Ninguém gosta de perder. O torcedor vem a campo para ganhar, não aceitando nem o empate. Mas uma derrota deixa todo mundo com os ânimos alterados. Mas precisamos ter calma, porque hoje as coisas não deram certo, talvez as mudanças que fizemos não funcionaram, mas vamos corrigir os erros”, prometeu.
Calma e reforços
O presidente Marquinho Chedid tentou esconder, mas não conseguiu evitar que escapasse os nomes de dois reforços para a continuidade do campeonato: o zagueiro Thiago Vieira, que está no Ipatinga, disputando a Série A, e o meio-campo Adriano (ex-Portuguesa Santista), que está voltando do futebol português, depois de passar pelo Paraná.
”São jogadores que já conhecem bem a estrutura do bragantino. Mas precisamos ter muita calma, porque o campeonato é muito longo. Não podemos agir só com a emoção”, finalizou.
Esta derrota em casa quebrou a série de duas vitórias conseguidas contra os times candangos: Brasiliense (2 a 1) e Gama (1 a 0). O time agora terá dois compromissos fora de casa. Na terça-feira vai pegar o ABC, em Natal, enquanto na outra sexta-feira, abrindo a 14.ª rodada, vai enfrentar o Bahia, na cidade de Feira de Santana, no interior baiano.





































































































































