Aos 116 anos, uma merecida homenagem da Ponte Preta ao Mestre Dicá, o maior da história

O auge da honraria foi a apresentação de um busto que será colocado dentro do estádio Moisés Lucarelli, o Majestoso.

por - - - REDAÇÃO - Campinas

Campinas, SP, 6 (AFI) – O ponto alto da festa de 116 anos de fundação da Ponte Preta, ocorrida na passagem dos dias 5 e 6 no Via Ápia, espaço de eventos em Campinas, foi a homenagem merecida ao meia Dicá, não à toa chamado de ‘mestre’ por todos que jogaram com ele. O auge da honraria foi a apresentação de um busto que será colocado dentro do estádio Moisés Lucarelli, o Majestoso.

Uma homenagem mais do que justa para um atleta que passou por três décadas pela Ponte Preta, o clube mais velho do Brasil. Atuou em meados dos anos 60, sendo campeão de acesso, em 1969, e vice-campeão paulista em 1970. Passou pelo Santos de Pelé e depois Portuguesa antes de voltar à sua amada casa. Daí brilhou entre 1976 até 1984.

O busto de Dicá que será colocado no Majestoso. Homenagem justa da Ponte preta ao maior atleta de sua história
O busto de Dicá que será colocado no Majestoso. Homenagem justa da Ponte preta ao maior atleta de sua história

Nestas três décadas ele levou alegria a cinco ou seis gerações de pontepretanos. Mesmo sendo um meia é o artilheiro máximo da história do clube, com 154 gols. Na festa subiu ao palco ao lado da esposa e dos netos e mostrou humildade ao lembrar dos velhos e bons companheiros de time.

Flávio Prado, mestre de cerimônia, com Dicá entre Carbone e Dadá
Flávio Prado, mestre de cerimônia, com Dicá entre Carbone e Dadá

“Eu não teria chegado tão longe se não contasse com a ajuda de todos estes companheiros, que fazem parte da minha história”.

No palco estavam ex-jogadores como Jair Picerni, Oscar, Polozi, Vanderlei, Alan, Adilson, Santos, Carbone, Gigena, Chicão e o incomparável Dario, o Dadá Maravilha que mostrou seu estilo de falador no microfone.

“Não há dúvida de que Dadá é o mais famoso, mas Dicá é de longe o melhor jogador da Ponte Preta de todos os tempos”, reconheceu com sua ‘meiga’ modéstia.

Dicá revelou também que não costuma ver os jogos da Ponte Preta, nem na televisão, muito menos acompanhando pelo rádio.

“Eu me emociono, fico nervoso e não durmo. Então quando vai começar o jogo eu prefiro me desligar, mudar de canal e esquecer. É muita emoção para mim”, garantiu.

Após as homenagens Dicá ainda esbanjou simpatia a tirar fotos com todos que estavam ao seu redor. Dos amigos aos dirigentes, dos mais velhos aos mais novos torcedores. Mais uma lição do Mestre.

Dicá segura novo uniforme da Ponte Preta ao lado dos ex-companheiros que foram até a festa de 116 anos
Dicá segura novo uniforme da Ponte Preta ao lado dos ex-companheiros que foram até a festa de 116 anos
- - - REDAÇÃO
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