Bola parada aérea ofensiva seria a arma mortal da Ponte?

Bola parada aérea ofensiva seria a arma mortal da Ponte?

por ARIOVALDO IZAC - - - Campinas

1 - Evito comentários sobre pré-jogo, mas em relação ao confronto da Ponte contra o Botafogo, vamos ficar de olho se de fato a bola parada aérea ofensiva pontepretana será executada, visto que o treinador Gilson Kleina conta com múltiplas opções. Além dos zagueiros Renan Fonseca e Reginaldo - que naturalmente avançam -, volante Édson que se junta ao atacante Roger, observe também que o volante Lucas Mineiro é bom cabeceador e o improvisado lateral-esquerdo Henrique Trevisan vai à área adversária nesta bola. Você apostaria em gol da Ponte em jogada ensaiada?

2 - Que o time do São Bento é fraco, ninguém discute. Todavia seu treinador, Milton Mendes, que acertadamente fez opção inicial para se defender, começou a se equivocar no intervalo.

2A - Como o seu goleiro Renan Motta sofreu frangaço do meio da rua, em cobrança de falta do meia Claudinho, do Bragantino, ainda no primeiro tempo, Milton Mendes resolveu atacar após o intervalo, e com equívocos de quem entra e quem sai.

2B - Sacou o rápido Dudu Vieira, construtor da única chance criada pelo São Bento pelo lado direito do ataque, e colocou Zé Roberto que nada acrescentou. E inexplicavelmente manteve o irregular atacante chileno Arancibia, primeiro na esquerda, e durante 15 minutos do segundo tempo na direita, até sacá-lo.

2C - Milton Mendes não observou que Dudu Vieira poderia ser trocado de lado, e assim aproveitar o buraco no lado direito da defesa do Bragantino, pois o lateral Aderlan avançou como se fosse ponteiro, e o lento zagueiro Léo Ortiz ficou na cobertura.

2D - Aí, como o São Bento ficou espaçado em campo, fragilizado na marcação no meio de campo, ficou fácil o Bragantino criar chances e golear por 3 a 0. Detalhe: ofensivamente o time sorocabano ficou do mesmo tamanho.

3 - Estaria o Figueirense, derrotado em seus domínios para o Oeste, já batizado à Série C do Campeonato Brasileiro?

3A - Futebol catarinense está numa draga danada. Figueira a caminho da Série C. Criciúma corre sério risco. Avaí e Chapecoense estão praticamente condenados ao descenso no Brasileirão.

ARIOVALDO IZAC - -
Jornalista esportivo há 35 anos. Trabalhou, como jornalista, nas emissoras de Rádio Brasil, Educadora, Central, Jequitibá e Capital (São Paulo). Nos jornais: Diário do Povo e Jornal de Domingo, ambos de Campinas, e editor de Economia e Opinião do Jornal Todo Dia, de Americana.
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