Saudoso Rípole inspira contrato de risco para Cajá

Saudoso Rípole inspira contrato de risco para Cajá

por ARIOVALDO IZAC - - - Campinas

O texto abaixo discorre sobre Renato Cajá, mas no pé da coluna, conforme projeto de implementação de áudio, a discussão é sobre o processo que pode 'impichar' todo Conselho de Administração do Guarani, e as suas devidas consequências.

Na sua cabeça certamente o meia Renato Cajá já teria se aposentado do futebol, após discretíssima passagem pelo Goiás.

De certo você jamais havia suposto que ele havia proposto mais um recomeço, e escolhido o Juventude (RS), na Série C do Campeonato Brasileiro, que garantiu acesso à 'B".

TRES DOS QUATRO GOLS
Aí ele marcou três dos quatro gols da goleada do time gaúcho sobre os maranhenses do Imperatriz, o fato ganhou repercussão, e pela enésima vez a Ponte Preta voltou a sondá-lo.

Vazou a informação de que a proposta seria contrato de risco. Como assim? Se sequer confirmam a informação, claro que ninguém divulgaria detalhes.

Saudoso presidente do XV de Piracicaba da década de 70, Romeu Ítalo Rípoli, deu a primeira pista para se cobrar permanente rendimento do atleta, pagando salário baixo e bicho alto.

Claro que a ideia pode ser melhorada, e no caso específico de Cajá a sugestão seria estabelecer três níveis de rendimento em acerto de contrato.

Na pior das hipóteses ele teria garantido salário mensal de R$ 10 mil, convencionado-se participação em apenas metade dos jogos do mês, e com rendimento insuficiente do esperado.

Caso consiga ter desenvolvimento apenas razoável, e participando da maioria dos jogos, o valor fixo em carteira seria dobrado, como prêmio pelo reconhecimento.

VALOR ACRESCIDO

Todavia, se voltar a ser Cajá sem qualquer suspeita, justo seria o valor excedente ser acrescido em R$ 40, o que equivaleria a R$ 50 mil.

E quem avaliaria isso? Simples. Uma junta de três pessoas com pleno discernimento sobre futebol - jornalistas e profissionais aposentado do meio - poderiam avaliá-lo.

De certo os cartolas devem torcer o nariz para sugestão como esta. E não se sabe se o atleta também toparia.

De qualquer forma a ideia está lançada, e pode ser implementada a qualquer outro jogador.

ARIOVALDO IZAC - -
Jornalista esportivo há 35 anos. Trabalhou, como jornalista, nas emissoras de Rádio Brasil, Educadora, Central, Jequitibá e Capital (São Paulo). Nos jornais: Diário do Povo e Jornal de Domingo, ambos de Campinas, e editor de Economia e Opinião do Jornal Todo Dia, de Americana.
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