Por que o meia Longuine, em má fase, é mantido como titular do Guarani?

Torcedores cobram do treinador Umberto Louzer troca na posição

por ARIOVALDO IZAC - - - Campinas

O ex-volante Mauro Silva ganha espaço em duas colunas. No Cadê Você uma visão dele nos tempos de Guarani. No áudio Memórias do Futebol, a trajetória dele na Seleção e futebol espanhol.

Criativo internauta postou vídeo em que mostra um galo índio detonando três galos brancos. Aí, em tempos de eleição presidencial, ele faz comparativo de Jair Bolsonaro com concorrentes durante o primeiro turno. Em coluna típica sobre cachorro, eis aí uma exceção na cadeia animal/ave publicada em Informacão.

LONGUINE

Quer nesta plataforma, quer em outros segmentos de mídia de Campinas, o treinador Umberto Louzer, do Guarani, tem sido duramente criticado pela manutenção na equipe do meia Rafael Longuine, cujas atuações têm sido bem aquém daquilo que ele já rendeu com a camisa do clube.

Atravessar má fase é um processo natural de qualquer jogador. No caso de Longuine, em circunstâncias normais já deveria ter esquentado o banco de reservas, mas continua prestigiado.

Na maioria das vezes há insistência com jogador em má fase na falta de substituto à altura.

RONDINELLY

Convenhamos que não deveria ser o caso do Guarani, que conta no elenco com o meia Rondinelly.

A questão que se coloca é por que Rondinelly não repete neste Campeonato Brasileiro da Série B o rendimento recomendável do Campeonato Paulista da Série A2?

Desmotivação? Falta de confiança? Precisa de sequência de jogos?

Nos tempos em que os clubes de Campinas dispunham de homens do futebol em seu corpo diretivo, sequer haveria a interrogação. O diagnóstico era sintomático e buscava-se alternativas para que as coisas fossem colocadas nos devidos lugares.

GERENTE DE FUTEBOL

Hoje, como diretorias de clubes de Campinas delegam a um profissional remunerado - chamado gerente de futebol -, para levantamento das citadas questões, na maioria das vezes não se tem as devidas respostas.

Seja como for, se há um coro quase uníssono sobre a má fase de Longuine, não custa nada se dar nova chance para Rondinelly, ou apostar no rápido meia-atacante Guilherme, que desapareceu das partidas do Guarani.

ARIOVALDO IZAC - -
Jornalista esportivo há 35 anos. Trabalhou, como jornalista, nas emissoras de Rádio Brasil, Educadora, Central, Jequitibá e Capital (São Paulo). Nos jornais: Diário do Povo e Jornal de Domingo, ambos de Campinas, e editor de Economia e Opinião do Jornal Todo Dia, de Americana.
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