Contra adversário de pobreza técnica, não cabe análise da Seleção Brasileira

Como se esperava, selecionado de El Salvador não teve resistência

por ARIOVALDO IZAC - - - Campinas

Jamais se justifica a CBF ter escolhido o inexpressivo futebol de El Salvador como adversário da Seleção Brasileira em jogo amistoso, como na noite desta terça-feira, na goleada por 5 a 0, nos Estados Unidos.

A TV Globo, que paga os direitos de transmissão com exclusividade para jogos da Seleção Brasileira, deveria ‘palpitar’ contra escolha de adversário pontuado na 72ª colocação do ranking mundial.

Conversa fiada do treinador Tite de que a pretensão básica seria endossar o estilo de posse de bola e infiltração de sua seleção, independentemente do adversário.

Contra adversário de pobreza técnica como El Salvador, que beira competidores da Série B do Campeonato Brasileiro, é evidente que não haveria resistência, que seria um passeio até com mais gols se a boleirada não abusasse de ‘frescurite’ nas finalizações.

Logo, foi um jogo que não cabe avaliação técnica até para os novatos. Serviu, sim, para ‘engordar’ os cofres da CBF. Nada mais.

ARIOVALDO IZAC - -
Jornalista esportivo há 35 anos. Trabalhou, como jornalista, nas emissoras de Rádio Brasil, Educadora, Central, Jequitibá e Capital (São Paulo). Nos jornais: Diário do Povo e Jornal de Domingo, ambos de Campinas, e editor de Economia e Opinião do Jornal Todo Dia, de Americana.
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